Ucrânia: Putin avisado por governo que gastos da guerra são incomportáveis
Putin pediu aos funcionários do Ministério das Finanças que identificassem cortes de despesas noutras áreas do orçamento.
Putin pediu aos funcionários do Ministério das Finanças que identificassem cortes de despesas noutras áreas do orçamento.
Uma viatura das Nações Unidas que transportava ajuda humanitária foi atingida por dois drones na região de Kherson, na Ucrânia, esta quinta-feira, durante uma missão de entrega de bens a civis.
Numa publicação nas redes sociais, Volodymyr Zelenskyy elogiou a ação militar ucraniana, confirmando um novo ataque contra as infraestruturas do porto e da refinaria de Tuapse, na região de Krasnodar, na Rússia.
No caso dos combatentes russos, tal como em ocasiões anteriores, estes encontram-se em território da Bielorrússia, onde recebem assistência médica e psicológica.
A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
O Presidente ucraniano recusa entregar 20% do leste de Donetsk a Moscovo, bem como as regiões a sul de Kherson e Zaporíjia.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
A Rússia acusou o exército ucraniano de ter realizado, durante a noite de Ano Novo, um ataque com drones na parte da região ucraniana de Kherson controlada por Moscovo, causando pelo menos 24 mortos.
Putin reafirmou que os objetivos da “operação militar especial”, a designação oficial da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, se mantêm, numa altura em que decorrem negociações sobre um plano norte-americano para tentar acabar com a guerra.
Presidente ucraniano admitiu um sufrágio nos “próximos 60 a 90 dias", mas o politólogo José Filipe Pinto considera o prazo demasiado ambicioso.
Com a chegada do inverno, a ONU está particularmente preocupada com as condições meteorológicas e com a possibilidade de as pessoas ficarem presas em edifícios altos nas cidades.
Trump andou meses a gozar connosco. Não, o Presidente dos EUA nunca teve real intenção de proteger a Ucrânia. A visão da Administração norte-americana sempre foi a de suposta (e totalmente errada) equivalência entre agressor e agredido. O Plano de Paz de 28 pontos foi gizado entre americanos e russos, sem pôr ucranianos e europeus à mesa. Sanções à Rússia? Pressão sobre Putin? Nevoeiro. O comprometimento pró-Kremlin de Trump sempre esteve lá.
Presidente dos Estados Unidos deu um prazo a Zelensky para aceitar as condições - até ao dia 27 deste mês
Vladimir Putin alcançou o objectivo estratégico de dissociar a defesa europeia da intervenção militar norte-americana ambicionado pelos comunistas soviéticos.
Várias vias de comunicação (estradas), instalações de produção de energia e outros equipamentos coletivos ficaram danificados, sem adiantar mais pormenores, mas esclarecendo que não houve mortos nem feridos a registar.