Sábado – Pense por si

A crítica que serve para tudo

Quando, pelo contrário, o Ministério Público opta por separar processos e autonomizar núcleos de ilicitude para permitir investigações mais céleres e focadas, a crítica não desaparece, mas muda de sinal.

Portugal acolheu muitos refugiados judeus
Susana Lúcio

Os judeus que se salvaram através de Portugal

Milhares de famílias fugiram da perseguição nazi e encontraram no País um abrigo seguro para escapar ao Holocausto. Salazar permitiu a sua entrada, mas apenas de forma temporária – até conseguirem visto para o estrangeiro, muitos foram colocados em estâncias balneares. A grande maioria seguiu para os EUA e América Latina

A Coragem que se Honra com Recursos

Não é possível proclamar a independência dos tribunais e, ao mesmo tempo, tratar o Ministério Público como uma extensão do poder executivo, um instrumento dócil de políticas de segurança ou uma estrutura sujeita a tutelas hierárquicas que respondem perante o governo.

Tende a haver maior fricção com as filhas, porque a sociedade espera mais delas
Lucília Galha

As feridas provocadas pelas mães

Parece impensável uma mãe que critica, maltrata e desconsidera, mas acontece - mais do que se imagina. A psicóloga espanhola Marta Segrelles escreveu um livro sobre aquele que é um dos traumas mais difíceis de reconhecer e explica como ultrapassá-lo.

Urbanista

Privacidade insustentável

Com uma pequena alteração nos termos e condições, a Meta passou a poder aceder ao conteúdo das mensagens diretas do Instagram, incluindo imagens, vídeos e notas de voz. Encriptação? Foi-se. Termos e condições? Os que aceitamos sem ler e os quais, sem aceitar, não podemos usar a aplicação. Justo?…

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

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