Irão confirma assinatura do acordo com os EUA
As autoridades referiram que a assinatura foi feita eletronicamente e que "não teria sido apropriado" realizar uma cerimónia de assinatura.
As autoridades referiram que a assinatura foi feita eletronicamente e que "não teria sido apropriado" realizar uma cerimónia de assinatura.
Nas últimas horas, ambos os lados indicaram que um acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente estava iminente.
“Temos de esperar para saber a data exata da assinatura. Não será amanhã [domingo]”, disse o porta-voz da diplomacia do país, Esmail Baghai.
A Companhia de Aeroportos e Navegação Aérea do Irão pediu aos cidadãos para não se deslocarem aos aeroportos até ao anúncio da retoma dos voos.
O Irão fechou o espaço aéreo no oeste do país após lançar um ataque de retaliação contra Israel, enquanto o Iraque anunciou o encerramento do seu espaço aéreo como medida de precaução.
A Guarda Revolucionária do Irão afirmou que as forças norte-americanas visaram uma torre de telecomunicações numa ilha de Sirik, na província de Hormozgan.
O presidente norte-americano afirmou que nenhum país vai controlar a zona e que isso vai ficar claro no acordo iraniano.
"Hoje exercemos soberania sobre o estreito de Ormuz e qualquer embarcação que queira atravessá-lo deverá coordenar connosco", afirmou o porta-voz do Exército iraniano, general de brigada Mohammad Akraminia.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol (FFI) afirmou que, em caso de insultos, "será dada uma resposta proporcional" e "existe a possibilidade de a equipa regressar ao país".
“As Forças Armadas estão totalmente preparadas para qualquer nova aventura ou loucura dos norte-americanos”, disse o general Mohammad Jaafar al-Asadi, vice-chefe de inspeção do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya.
Putin transmitiu também ao chefe da diplomacia iraniano que Moscovo partilha o interesse em continuar a estreitar os laços com o Irão.
O presidente dos EUA afirmou que a marinha norte-americana pode iniciar "imediatamente" um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz
“O inimigo envia publicamente mensagens de negociação e diálogo, enquanto secretamente planeia uma ofensiva terrestre”, disse Ghalibaf, antigo comandante da Guarda da Revolução, num comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial IRNA.
Reacendem-se os receios de perturbações significativas para a economia mundial após um mês de guerra no Médio Oriente.
De manhã Trump deu conta que decidira prolongar o prazo para Teerão reabrir o Estreito de Ormuz, afirmando que Washington vai suspender os ataques a centrais elétricas durante cinco dias.
Federação reiterou que os EUA não estão a cooperar "na emissão de vistos".