Portugal despede-se: as figuras públicas que desapareceram em 2025
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Paulo Abreu dos Santos esteve num encontro promovido por Catarina Sarmento e Castro.
A mãe e o pai pouco são referidos no Novo Testamento e os teólogos têm visões opostas sobre a existência de irmãos. A família do Filho de Deus é apresentada como não crente, mas há quem os coloque na liderança da Igreja
O Papa chegou à Praça de São Pedro, no Vaticano, para presidir à sua última audiência jubilar, reunindo fiéis de várias partes do mundo. A cerimónia, marcada por emoção e fé, assinala o fim de um período especial de jubileu na Igreja Católica.
José Ornelas espera que a data "desperte no coração de cada um" o "desejo de construir uma sociedade mais justa".
O comunicado da associação surge após o Grupo VITA ter divulgado que o número de pedidos para indemnizações aumentou para 93 e que o processo de análise e entrevistas deverá estar concluído no início de 2026.
À data de hoje "foram apresentados 89 pedidos de compensação financeira".
Os portugueses chegaram em 1580. Hoje, o país tem um PIB per capita que é uma fração do português e só este ano 7,8 milhões de bengalis terão emigrado.
Homem de pensamento e de ação, Laborinho Lúcio acreditava que “a justiça é um verbo no futuro”, lembrando-nos de que a sua construção é um caminho inacabado, feito de coragem, reflexão e esperança.
O livro de Cercas, "O Louco de Deus no Fim do Mundo" é a procura da justificação da ressurreição plena dos corpos entre os crentes católicos, mas assenta num equívoco.
Pedagogo, escritor, amante das artes e do futebol, deputado pelo PSD, ministro da Justiça, juiz do Supremo Tribunal, defensor e mentor de políticas sociais para crianças e vítimas de violência doméstica e abusos sexuais, morreu aos 83 anos.
Pela primeira vez em 500 anos um monarca inglês rezou ao lado de um papa católico.
Os reis britânicos participaram numa oração conjunta com o Papa, esta quinta-feira, na Capela Sistina, no Vaticano. A visita marca um passo simbólico na aproximação entre a Igreja Anglicana e a Igreja Católica, um acontecimento sem precedentes desde a Reforma.
Têm milhares de seguidores nas redes sociais e publicam posts com reflexões espirituais, explicações catequéticas e algumas brincadeiras que revelam uma Igreja mais desempoeirada. Mas o objetivo não é esse, é antes estar onde estão as pessoas.
O Papa reuniu-se no Vaticano com representantes de uma associação internacional de sobreviventes de abusos sexuais.
O relatório elaborado por uma comissão dedicada exclusivamente ao tema condena a Igreja por ser branda nos castigos atribuídos aos padres que violaram crianças.