Greve Geral: Transtejo/Soflusa sem serviços mínimos, travessias podem ser afetadas
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
Os ativistas em greve de fome há mais tempo são Amy Gardiner-Gibson, conhecida como Amu Gib, de 30 anos, e Qesser Zuhrah, de 20 anos, que cumprem 50 dias sem ingerir alimentos.
Fazer uma greve geral tem no sector privado uma grande dificuldade, o medo. Medo de passar a ser olhado como “comunista”, o medo de retaliações, o medo de perder o emprego à primeira oportunidade. Quem disser que este não é o factor principal contra o alargamento da greve ao sector privado, não conhece o sector privado.
O País, o Governo, os sindicatos e os assuntos em apreço continuam pendentes como, presumo, os parcos argumentos do manifestante que achou que a nudez era mensagem política.
São cada vez mais escassas as expectativas de progressão profissional com aumento de rendimentos e melhores condições de trabalho nas presentes condições do mercado laboral.
Uns pais revoltavam-se porque a greve geral deixou os filhos sem aulas. Outros defendiam que a greve é um direito constitucional. Percebi que estávamos a debater um dos pilares mais sensíveis das democracias modernas: o conflito entre direitos fundamentais.
"Parou, parou!". Partido e as suas estruturas sindicais estão em hospitais, fábricas, estaleiros e terminais rodoviários a abordar e bloquear os "fura-greves".
Uma das maiores greves dos últimos anos promete parar Paris e outras cidades francesas. Autoridades estão atentas a grupos desordeiros.
No terceiro dia de greve, o dirigente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins destacou também o "número crescente de voos que saem sem bagagem".
As greves têm impacto nas aprendizagens dos alunos e prejudicam mais os alunos mais vulneráveis.
Bem sei que o direito à greve está consagrado na Constituição da República Portuguesa. O direito à greve é, portanto, um direito de todos os trabalhadores. Mas, neste contexto, onde fica o direito à proteção da saúde?
Resultados trimestrais foram divulgados em plena greve massiva de atores e cenaristas, que causou a pior paralisia do setor em mais de 60 anos.
Nos sindicatos, criam-se formas de luta originais, tenta-se conquistar a simpatia da sociedade, vão-se fazendo inquéritos. No Governo, o silêncio quase só é quebrado para aferir da legalidade dos protestos. Mas a maré de contestação parece estar para durar: esta semana há paralisação dos médicos, os professores anunciam novos protestos e os funcionários judiciais continuam a greve aos atos não urgentes.
Os professores estão em greve há várias semanas. Funcionários judiciais e da CP também. Sociólogo avisa que efeitos de greves longas podem ser nefastos para o poder negocial por reduzirem o apoio popular.
Os cuidados de emergência e tratamentos de cancro continuarão durante as 48 horas de paralisação, mas que é provável que milhares de consultas, exames e tratamentos sejam adiados.
Os docentes mantiveram-se, apesar da chuva e vento, na entrada da escola a marcar a posição que asseguram não ser apenas dos presentes, empunhando cartazes com dizeres como "temos dignidade", "escola pública para todos" e "por um ensino de qualidade".