António Lobo Antunes. O principezinho de Benfica
Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).
Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).
Vamos ter saudades de um dos escritores mais inteligentes, irónicos e dialogantes das últimas décadas. Julian Barnes fala-nos de tudo: amor, memória, amigos e a morte que se avizinha.
Francisco José Viegas escreve sobre um destino que, 500 anos depois do seu descobrimento, os portugueses ignoram olimpicamente, o que é uma tristeza
Como se previa, 2025 será o ano das pré-presidenciais. É aquele preâmbulo de 12 meses, em que todos os cavalos de batalha, torres, bispos, reis e rainhas aspirantes se colocam no tabuleiro de xadrez.
O novo romance do jornalista e escritor fala de desinformação e geopolítica, e foi mote para uma conversa sobre Putin, Trump, os "bots" nas redes sociais e o jornalismo em Portugal.
Há muita coisa em que eu sou muito pouco francês, na história e na política. Deixemos de lado a Revolução Francesa, Ça Ira. Da revolução francesa ficou Maio de 1968, mas a história do século XX é uma desgraça, o que torna ainda mais ofensiva a empáfia patriótica e nacionalista dos franceses.
Menos atenção têm merecido barbaridades do vulgo, como a do concidadão que, irado com o processo de divórcio movido pela mulher, a violou, torturou, rapou-lhe o cabelo, arrancou-lhe as sobrancelhas e acabou por lhe cortar o dedo anelar com uma tesoura de poda.
Pergunto-me se não haverá por aí um novo vírus, um vaipe que os levou a tomar esta posição absurda, a que acresce um perigoso precedente nestes tempos de censura pelo cancelamento.
Mestre simbolista, Villiers de L’Isle-Adam regressa às livrarias portuguesas. São histórias ainda de espantar, à procura do avesso da realidade e da convenção.
A França é também o país mais altivo, egoísta e autocentrado da Europa. Esqueceu-se dos privilégios que a sua imensa riqueza lhe concede, é avessa a qualquer tipo de sacrifícios e, a braços com um Estado gigantesco, foi incapaz de se reformar.
Tamen, que também foi tradutor, estreou-se, em 1956, com a obra "Poema para Todos os Dias".
O escritor de viagens Paul Theroux fala sobre o seu mais recente livro e sobre como a pandemia mudou o turismo
As marcas no rosto e nos lábios de Bogart, ou a fraca altura, não diminuem o seu magnetismo. Aumentam-no. Aspiramos à completude, mas é a ausência de simetria que nos agarra. O inacabado, o falhanço
"Os filmes salvaram-me a vida, quando era novo, na Áustria rural, onde vivia", contou o recém laureado com o Nobel da Literatura de 2019.
Numa democracia, a realidade política é aquilo que queremos fazer dela a cada momento. Mas tomámos a maioria do PS como uma verdade científica – idem para a catástrofe do PSD. Essa preguiça é ofensiva para a delicadeza dos regimes parlamentares
Para melhor conhecer a vida e a obra da escritora, estes são os romances que não pode perder