Sábado – Pense por si

Família real norueguesa vive uma das piores fases da sua história
Sónia Bento

Ano negro na corte da Noruega

A princesa herdeira está gravemente doente a aguardar um transplante de pulmão, o filho dela está preso por 40 crimes e a saúde dos reis cada vez fragilizada

Família real britânica reunida para casamento de Peter Phillips

Família real britânica reunida no casamento de Peter Phillips

O casamento de Peter Phillips - o filho da princesa Ana com o seu primeiro marido, Mark Phillips - transformou a pequena localidade de Kemble num ponto de encontro da realeza britânica. Entre os convidados estiveram o tio do noivo, o rei Carlos III, a rainha Camila, o príncipe William e Kate Middleton, numa das maiores reuniões familiares dos últimos meses.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real para o Brasil

A impressionante operação foi concretizada em três dias e permitiu levar a família real e a corte para o Brasil (no total, nos mais de 40 navios seguiram 15 mil pessoas), para escapar às tropas de Napoleão. E ainda: como ganhar dinheiro com o seu prédio; a primeira reserva natural privada; e um futebolista com uma vida frenética

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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