Advogada constituída arguida em investigação a processos de imigrantes
A investigação teve origem numa queixa apresentada em Mafra, por um imigrante que teria sido angariado pelo escritório de advogados neste esquema de falsificação de documentos.
A investigação teve origem numa queixa apresentada em Mafra, por um imigrante que teria sido angariado pelo escritório de advogados neste esquema de falsificação de documentos.
Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.
Ex-presidente do Benfica é acusado de três crimes de fraude fiscal qualificada e 19 de falsificação de documento
Eva Cruzeiro explicou que este ato pode acarretar processos para a própria, pois, “tendo a presença marcada, seria uma fraude”.
Luís Filipe Barreira, Ana Rita Cavaco e outros 11 arguidos ligados à Ordem dos Enfermeiros respondem por peculato e falsificação.
"No seguimento de uma investigação que decorria há cerca de um ano, por falsificação de documentos, legalização e atribuição de matrículas aos veículos afetos a atividades de âmbito turístico, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que culminaram com o cumprimento de dois mandados de busca em armazéns onde se encontravam as viaturas", refere o comunicado.
José Sócrates e o empresário Carlos Santos Silva respondem neste processo pela alegada prática, em coautoria, de três crimes de branqueamento de capitais e de falsificação de documento, por atos entre 2011 e 2014.
Os detidos na operação "Voo Cego" estão indiciados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, administração danosa, atentado à segurança de transporte por ar, branqueamento, corrupção passiva, corrupção com prejuízo do comércio internacional e fraude fiscal qualificada.
Em causa está um processo que acabou por ser separado da Operação Marquês e no âmbito do qual o juiz Ivo Rosa mandou para julgamento, em abril de 2021, José Sócrates e o empresário Carlos Santos Silva pela alegada prática, em coautoria, de três crimes de branqueamento de capitais e outros tantos de falsificação de documento.
Juíza de instrução marcou para 3 de junho o debate instrutório na certidão que envolve suspeitas de falsificação e branqueamento de capitais. Um mês de depois começa o julgamento dos crimes de corrupção.
Operação da PJ teve como objetivo "desmantelar um grupo criminoso" presumivelmente dedicado à "prática reiterada de crimes de auxílio à imigração ilegal, corrupção, branqueamento de capitais e falsificação de documentos". Foram detidas 13 pessoas e apreendidos bens de luxo e quantias avultadas em dinheiro.
Dirigente foi exonerada do grupo parlamentar do partido e demitida do Conselho de Jurisdição do Chega.
Ana Caldeira está agora a ser julgada pelos crimes de burla qualificada e falsificação de documentos, avançou a SIC Notícias.
César Boaventura, que estava acusado de 10 crimes, foi condenado apenas por três, um de fraude fiscal e dois de falsificação de documentos, tendo sido absolvido dos de burla qualificada e de branqueamento de capitais.
Empresário foi condenado por fraude fiscal de 36 mil euros e dois crimes de falsificação.
O Ministério Público vai investigar a alegada falsificação do documento.