Ministro da Administração Interna elogia escolha do novo diretor da PJ: "Um profissional querido e respeitado"
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
Luís Neves ocupou o cargo até fevereiro, altura em que integrou o Governo.
Condenado em 2014 a uma pena de prisão efetiva, o sucateiro Manuel Godinho entregou-se para cumprir pena. Principal investigador da PJ lamenta lentidão da Justiça.
Luís Vieira foi condenado ao pagamento de uma multa de 2.400 euros.
O arrastar de pés da Comissão de Inquérito ao Novo Banco na audição de Rui Pinto mostra que, para lá do teatro com os grandes devedores, há coisas que é melhor não apurar.
O coronel Luis Vieira, acusado de seis crimes em coautoria, entre os quais denegação de justiça e prevaricação, diz que "faria o mesmo" no caso da recuperação do armamento furtado de Tancos, dizendo que a operação "era muito importante para o país".
Entre os 23 arguidos do processo, encontra-se o ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes.
Nove dos arguidos são acusados de planear e executar o furto do material militar dos paióis nacionais os restantes 14, entre eles Azeredo Lopes, da encenação que esteve na base da recuperação do armamento.
Nas alegações durante a fase de instrução, o advogado do ex-diretor de investigação criminal da Polícia Judiciária Militar (PJM) afirmou que o antigo ministro da Defesa Azeredo Lopes sabia "das investigações paralelas".
Antigo fuzileiro apontado como cabecilha do furto das armas nos paióis de Tancos não prestou declarações nesta fase de instrução.
Luís Vieira alega, no pedido de abertura de instrução do processo do furto de armas de Tancos, que "não houve qualquer intenção de encobrir os autores, nem qualquer pacto nesse sentido".
O ex-diretor da PJ vai ser investigado por violação do segredo de justiça no caso que envolve o desaparecimento de armas dos paióis de Tancos
As férias judiciais terminam este sábado e o sistema retoma em setembro a sua atividade normal. É aguardada a conclusão das investigações ao caso Universo Espírito Santo, à "Operação Lex" e ao furto de armas em Tancos.
A investigação à encenação do reaparecimentos das armas tem uma lacuna temporal para preencher: durante dois meses quem soube da operação ilegal da Polícia Judiciária Militar?
José Almeida Rodrigues afirmou que faltou planeamento.
"Só faltaram os terroristas, o material militar havia...", afirmou Almeida Rodrigues. Foi um roubo "extraordinariamente grave".
Luís Vieira estava em prisão preventiva desde setembro.