Gouveia e Melo vai votar "útil" em Seguro na segunda volta
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Candidato confessou-se "tranquilo", antes de manifestar um desejo: "Que hoje seja um dia, que é um hino à democracia, com a votação massiva dos portugueses".
Tal como nos últimos dias, alertou os eleitores de esquerda "para não caírem na armadilha" de votar em António José Seguro "julgando que é o voto útil".
"A esquerda pode correr o risco de acabar nestas eleições com um Presidente da República de extrema-direita", disse.
Já sobre António José Seguro, o antigo chefe do Estado-Maior da Armada afirmou que as pessoas "não devem confundir pose com a substância que é necessária na nova Presidência da República".
Os resultados da sondagem não parecem ter desanimado o candidato presidencial.
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada foi questionado pelos jornalistas sobre o facto de o seu adversário não ter excluído um apoio a André Ventura, caso fique de fora da segunda volta das eleições presidenciais.
Nas declarações que fez aos jornalistas, o candidato presidencial manifestou-se mesmo confiante de que "fará uma boa equipa" com o primeiro-ministro, "desde que haja lealdade institucional".
"A segunda volta vai ser sempre mais simples do que a primeira", gracejou o candidato, enquanto montava uma Harley Davidson junto ao marco do quilómetro zero da Estrada Nacional 2.
Ventura escolheu o Largo Santa Cristina, junto à estátua de Francisco Sá Carneiro, em Viseu, para arrancar mais uma arruada.
Perante os jornalistas, antes de visar indiretamente alguns dos seus opositores na corrida a Belém, falou sobre os idosos cujas pensões não lhes permitem viver com dignidade.
Candidato às Presidenciais deu como exemplo medidas proclamatórias para a saúde.
Para o candidato presidencial trata-se de uma questão de organização.
Candidato garantiu que não faz da indecisão o seu modo de vida.
Além dos casos que estão em inquérito, houve dezenas de adjudicações a empresas que tinham os mesmos sócios, como se fossem concorrentes. Gouveia e Melo nega ter tido conhecimento de quem eram os donos
Ex-chefe do Estado-Maior da Armada defende que a utilidade do voto não serve "para responder a um partido" porque nas eleições presidenciais o que está em causa não são "lealdades partidárias".