Irão: Trump pede a Israel que não responda a ataques iranianos
Donald Trump diz que as retaliações não contribuem para o sucesso das negociações em curso.
Donald Trump diz que as retaliações não contribuem para o sucesso das negociações em curso.
O Irão fechou o espaço aéreo no oeste do país após lançar um ataque de retaliação contra Israel, enquanto o Iraque anunciou o encerramento do seu espaço aéreo como medida de precaução.
O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
A investigação foi publicada na segunda-feira sob a forma de crónica pelo colunista Nicholas Kristof.
O texto prevê que a pena capital seja a sanção por defeito se o homicídio for qualificado como ato de terrorismo pela justiça militar israelita.
Numa carta aberta, apelam a que a RTP não participe nem transmita o Festival enquanto persistirem condições que configuram graves violações dos direitos humanos ignoradas pela União Europeia de Radiodifusão.
À sombra da guerra regional contra o Irão, os colonos intensificaram os seus já recorrentes ataques na Cisjordânia, matando pelo menos nove pessoas e ferindo dezenas, segundo dados da ONU.
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
Pena de morte por enforcamento passa a ser a punição padrão para palestinianos da Cisjordânia condenados por homicídios "de caráter nacionalista" contra israelitas.
O ministério de Paulo Rangel exortou ainda as autoridades israelitas a "garantirem e praticarem a liberdade de religião e de culto".
O exército israelita revelou ainda que "concluiu uma nova onda de ataques à capital iraniana".
A força aérea foi “guiada por informações de inteligência detalhadas” e Ali Khamenei foi visado quando “se encontrava no seu complexo de comando central no coração de Teerão, juntamente com outros altos oficiais”.
Exército israelita disse ter atacado “centenas de alvos militares iranianos, incluindo lançadores de mísseis” na região ocidental do Irão.
Além dos conflitos armados, o crime organizado também tem sido particularmente letal para membros da imprensa.
Autoridade Palestiniana, o Hamas, o Egito e o Qatar rejeitaram a decisão de Israel de reabrir o processo de registo de terras na Cisjordânia ocupada.