Cinema, música e muita literatura: o que não perder na Feira do Livro de Lisboa
Entre 27 de maio e 14 de junho, o Parque Eduardo VII acolhe a 96.ª edição da Feira do Livro que este ano se apresenta com novos argumentos.
Entre 27 de maio e 14 de junho, o Parque Eduardo VII acolhe a 96.ª edição da Feira do Livro que este ano se apresenta com novos argumentos.
De Ricardo Araújo Pereira a Djamila Ribeiro, Lídia Jorge e Joël Dicker: durante três semanas, a Feira do Livro de Lisboa vai receber autores em conversas e apresentações de livros. Escolhemos 10 momentos a não perder.
"Há uns 12 anos, Portugal decidiu fazer uma reparação relativamente aos judeus que foram expulsos da península ibérica, há mais de 500 anos", lembrou escritor angolano.
Chama-se Festival da Língua e da Liberdade na Cidade e vai ter entrada livre para concertos, leituras e sessões de cinema. Nenny, Isabela Figueiredo e José Agualusa são alguns dos protagonistas.
Os grandes hotéis do Império colonial português nasceram para tempos de esplendor. Após a independência, entraram em declínio e hoje não passam de cadáveres de cimento. A exceção é o Polana, em Maputo.
Era conhecido como mágico por tirar dinheiro da cartola para distribuir a amigos e aliados.
Pedro relata à SÁBADO a situação de incerteza em que vive. Faltam meios humanos nos serviços, nada sabe sobre o eventual processo de transição e critica a falta de critérios. O dirigente sindical Acácio Pereira fala de mal-estar no setor, provocado pela indefinição.
A Feira do Livro de Frankfurt voltou este ano com menos de um terço dos expositores habituais. A 73ª edição ficou marcada pela polémica participação de uma editora de extrema-direita e pela ameaça de falta de papel para novos livros. Contudo, o certame ainda é um ponto de encontro de diferentes culturas. As editoras portuguesas estiveram ausentes.
O escritor angolano venceu o prémio com o livro "Sua Excelência de Corpo Presente", "pela originalidade do estratagema narrativo".
É um evento inovador: tem espetáculos, mas também debates e workshops – em nome do potencial turístico da cultura, de 14 a 21 de setembro
O escritor e cronista angolano Carmo Neto considerou que a atribuição do 31.º Prémio Camões ao brasileiro é a "consagração que faltava como escritor a um ícone" da música popular brasileira.
"Há muita gente que morreu, gente que foi projetada anos para trás, do ponto de vista da construção da sua própria vida, e o país recuou 15 anos", lamenta escritor.
"Sabemos que vimos de um país de terceiro mundo quando temos mais medo dos polícias do que dos ladrões, ou seja, da autoridade", afirmou escritor.
O romance vencedor do Prémio LeYa de Literatura, no valor monetário de 100 mil euros, pertence ao escritor brasileiro.
O Prémio LeYa de Literatura é o maior galardão para uma obra inédita escrita em língua portuguesa.
'Também os Brancos Sabem Dançar' decorre entre Portugal e Angola e conta a origem do kuduro.