Cerca de 1.000 denúncias de procedimentos estéticos por pessoas não habilitadas em nove anos
Aplicação de 'botox' ou ácido hialurónico por pessoas não habilitadas pode provocar infeções graves ou morte de tecidos.
Aplicação de 'botox' ou ácido hialurónico por pessoas não habilitadas pode provocar infeções graves ou morte de tecidos.
Campanha surge num contexto de crescente procura por procedimentos estéticos, mas muitas vezes o consumidor não tem conhecimento claro dos requisitos legais e de segurança e acaba por correr riscos desnecessários.
A maioria das reclamações estão relacionadas com o setor público. O tema "Acesso a Cuidados de Saúde" é o mais frequente nas reclamações.
Apenas no primeiro semestre de 2025 os gastos com MFR no SNS subiram 8%.
Estas práticas "podem implicar a exposição desnecessária do feto a ultrassons", alerta a Entidade Reguladora da Saúde.
A análise revela “uma forte concentração empresarial, com quatro grandes grupos privados a deterem aproximadamente dois terços da capacidade instalada”, o que limita “a diversidade concorrencial”
O caso ocorreu na Maternidade Daniel de Matos para onde a grávida, de 43 anos, foi encaminhada por se ter sentido mal.
Entre 2022 e o primeiro semestre de 2024 registaram-se 15.952.048 admissões nas urgências.
Entre os subscritores estão o Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, e a antiga ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira.
Ana Paula Martins acusada de desviar as atenções de uma falha grave dos serviços públicos de saúde
A família anunciou que vai apresentar queixa contra a ministra da saúde, Ana Paula Martins, por difamação.
Duas queixas-crime por difamação e alegada negligência
O mandato de Ana Paula Martins pode estar no fim da linha. A ministra soma várias polémicas e muitos consideram que não tem condições para continuar.
A percentagem de óbitos por nascimentos na Grande Lisboa está muito acima das registadas no resto do território nacional.
A ERS adianta ainda que, no final de 2024, existia uma clínica privada com quem nove hospitais do SNS, que não efetuavam a IVG com recurso à sua capacidade interna, tinham protocolos estabelecidos para realização deste procedimento.
"Caracteristicamente, os riscos de infecções, de hemorragias e de lesões são superiores num ato cirúrgico", afirma Fernando Cirurgião, diretor do serviço de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier.