Sábado – Pense por si

Terapia é dirigida a uma proteína que impede o fígado de remover o colesterol mau da corrente sanguínea
Lucília Galha

Vai ser possível resolver o colesterol só com uma injeção?

Uma nova terapia baseada em edição genética conseguiu reduzir para metade o mau colesterol, com um único tratamento. Não se sabe se os efeitos se mantêm ao longo do tempo, mas o potencial é de cura - e de, talvez um dia, poder evitar mesmo estes problemas.

A esquadra dos horrores

Os depoimentos das vítimas e os vídeos que mostram a tortura na esquadra do Rato, em Lisboa. E ainda: entrevistas a Moita Flores (tem novo livro) e Marisa Liz (novo disco) e os seguros para cães e gatos.

A lipoproteína (a) foi descoberta em 1963. Trata-se de partículas que transportam a gordura no sangue
Lucília Galha

A proteína que o pode matar

É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.

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Cândida Silva perdeu peso com o Mounjaro. Agora está a reduzir a dosagem do medicamento
Susana Lúcio

A revolução que vai travar as doenças crónicas

Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação

Que saúde afinal

Sabemos que a saúde será sempre o maior desafio para um governante que tenha a coragem de ser ministro desta matéria.

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Os AVC hemorrágicos são menos frequentes do que os isquémicos: ocorrem em apenas 15% dos casos
Lucília Galha

Como se recupera de um AVC

O tempo é crucial e a reabilitação deve começar nas primeiras horas. Razão: quanto mais se espera, menos se recupera. Utilizar a mão com a mesma destreza de antes é um dos desafios mais difíceis.

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