Maio o segundo mais quente de sempre no mundo
O Copernicus refere que a onda de calor de maio resultou em recordes de temperatura batidos em Portugal mas também em França, Reino Unido ou Irlanda.
O Copernicus refere que a onda de calor de maio resultou em recordes de temperatura batidos em Portugal mas também em França, Reino Unido ou Irlanda.
Apesar de estarmos em situação de pleno emprego e de grande escassez de oferta, não haverá capacidade de rever salários e contratos para compensar plenamente os efeitos da inflação.
Embora ocorra no oceano Pacífico, o El Niño pode influenciar os padrões climáticos à escala global.
Durante o período de 2026 a 2030, as temperaturas médias globais anuais junto à superfície variem entre 1,3 graus Celsius (°C) e 1,9 acima da média da era pré-industrial (1850-1900).
Mais do que o fenómeno em si, o que nos deve preocupar é a conjugação com o aquecimento global. O planeta está cada vez mais quente, alertam os especialistas.
A área total ardida em todo o mundo atingiu cerca de 163 milhões de hectares desde o início do ano até 06 de maio, de acordo com os dados do Sistema Global de Informação sobre Incêndios, em comparação com uma média de 110 milhões de hectares no período de 2012 a 2025 até essa data.
Ora a água, ora o fogo, tudo levam e neste transe português é um desacerto pensar apenas em assacar fatalidades ao clima.
A temperatura média global junto à superfície entre janeiro e agosto ligeiramente mais baixa que a registada em 2024.
Só entre dezembro e março, o país já foi atingido por três ciclones, que, além da destruição de milhares de casas e infraestruturas, provocaram centenas de mortos no norte e centro do país.
O relatório confirma que 2024 foi o primeiro ano em que a temperatura média global excedeu os níveis pré-industriais em 1,55°C, tornando-se o ano mais quente já registado nos últimos 175 anos.
Um estudo revela que as temperaturas dos oceanos estavam a aumentar cerca de 0,06 graus celsius por década no final dos anos 1980 e agora estão a aumentar 0,27 graus por década.
Em 2023, as temperaturas globais em terra e no mar já foram "as mais elevadas de que há registo", com os níveis de dióxido de carbono a registarem um aumento de 151% em relação a 1750.
"O Ministério do Ambiente, das Florestas e do Turismo vai contribuir com 30 hipopótamos, 60 búfalos, 50 impalas, 100 gnus azuis, 300 zebras, 83 elefantes e 100 elandes (...) para apoiar o programa de alívio da seca com o fornecimento de carne", revelou o governo namibiano.
Recorde foi batido em dois dias consecutivos e pode não ficar por aqui. Inverno no hemisfério sul não impediu temperaturas elevadas.
A temperatura média da superfície excedeu em 1,22 graus Celsius (ºC) a média de 15,5 ºC do século XX.
Um é a formiga invisível que põe a equipa a jogar. O outro é o detonador que dá explosão ao ataque. Em miúdo, Vitinha era doido por Cerelac; e Bruno tinha a alcunha de El Niño.