Governo aprova novas administrações para as ULS São José e Amadora-Sintra
As novas administrações foram aprovadas em Conselho de Ministros.
As novas administrações foram aprovadas em Conselho de Ministros.
Estivemos com António José Seguro em exclusivo no dia das eleições e contamos a sua história. E ainda: Ventura critica os "tachos", mas eles também existem no Chega; reportagem nas zonas mais afetadas pelo mau tempo.
Cerimónia realiza-se no átrio central da sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa.
Esta audiência realizou-se no dia seguinte a António José Seguro ter sido eleito Presidente da República, com 67% dos votos, contra André Ventura.
"António José Seguro projetou uma ideia de normalidade, (...) já André Ventura optou por uma lógica divisionista, dizendo desde logo que não seria o Presidente de todos os portugueses", destaca o jornalista.
"O povo está a querer passar uma mensagem esta noite. Será certamente de um apoio muito claro a um candidato, ou da rejeição muito clara a outro candidato", diz Eduardo Correia, analista político.
A terceira e última temporada da série portuguesa da Netflix já tem data de estreia. A José Condessa e Helena Caldeira juntam-se, agora, Ângelo Rodrigues e Inês Castel-Branco.
Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
O diretor geral editorial adjunto da Medialivre Eduardo Dâmaso considera que António José Seguro foi muito eficaz a “neutralizar André Ventura nalgumas matérias que este utiliza para afirmar o essencial da sua proposta política”.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
No dia em que celebraria mais um aniversário, a herança do cantor continua por resolver, com Eduardo Ferreira, Marquinho e António Coelho em rota de colisão.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
"O PSD não aprendeu nada com a mutação em curso no próprio sistema político eleitoral e organizou uma campanha à antiga, do século passado", disse o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, no NOW.
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".