Formar talento para transformar organizações e responder aos desafios do futuro
ISAG – European Business School prepara os estudantes para criar impacto no mercado de trabalho e contribuir para o desenvolvimento económico e social.
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A cidade francesa de Évian-les-Bains acolhe a cimeira do G7, que a partir desta segunda-feira reúne chefes de Estado e de governo para debater os principais desafios internacionais, incluindo a guerra na Ucrânia, a situação no Médio Oriente e o crescimento económico global.
O primeiro-ministro diz ainda esperar que o entendimento permita "a reabertura do estreito de Ormuz, o regresso à via diplomática para fazer face ao programa nuclear de Teerão e o fim dos ataques iranianos aos países vizinhos".
Por outro lado, houve quedas na confiança dos empresários nos setores da indústria, comércio a retalho e construção.
Apesar de não existirem dados oficiais públicos sobre a quantidade de cidadãos europeus que residem atualmente na Venezuela, historicamente as comunidades espanhola, italiana, portuguesa e alemã são referenciadas como as maiores.
Anúncio foi feito pelo primeiro-ministro durante um encontro tripartido com com os presidentes das câmaras municipais de Lisboa e Porto, Carlos Moedas e Pedro Duarte. A cidade Invicta vai ter um distrito económico e empresarial.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou, esta terça-feira, após uma pergunta dos jornalistas sobre o futuro de Cuba, que a ilha tem um modelo económico que não funciona porque é governada por “comunistas incompetentes”. “A única coisa pior do que um comunista é um comunista incompetente”, sublinhou.
A edição de 2026, além do grande impacto económico (no ano passado gerou 193 milhões de euros), promete muita competitividade, com a presença de pilotos de topo, como Sébastien Ogier (nove vezes campeão do mundo), Elfyn Evans (líder do Mundial), Takamoto Katsuta (2º) ou os veteranos Thierry Neuville e Dani Sordo.
O vice-presidente dos Estados Unidos defendeu que o Irão “não avançou o suficiente” nas negociações para ser possível alcançar um acordo e pôr um fim definitivo à guerra.
Unhas curtas e sem verniz são uma tendência: enquanto alguns pretendem imitar a realeza, outros acreditam que é um "sinal de recessão".
A esperança de uma guerra curta no Irão deu lugar a um risco alto de choque económico. O Governo não prevê escassez de combustíveis, mas abril será ainda mais difícil nos preços e Bruxelas já planeia medidas para reduzir o consumo. Saiba como proteger o seu dinheiro dos preços-recorde do gasóleo, da subida certa das taxas Euribor e da turbulência nos investimentos.
Alguns países do G7 "têm problemas de abastecimento", como o Japão, enquanto outros "têm antes problemas de preços", como a França, ou "problemas económicos, problemas financeiros, problemas de inflação".
Segundo dados esta segunda-feira divulgados pela Comissão Europeia.
O modelo económico que sustentou o crescimento chinês (baseado em mão de obra abundante, exportações e investimento em infraestruturas) está esgotado.
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
Donald Trump quer criar uma coligação para assegurar a passagem segura de cargueiros no Estreito de Ormuz e desafiou sete países a enviarem navios de guerra para o estreito. "As forças iranianas foram muito reduzidas. Penso que é bom que outros países intervenham no conflito", afirmou. O diretor-geral editorial adjunto Medialivre, Armando Esteves Pereira, e o jornalista da SÁBADO Bruno Faria Lopes estiveram no NOW a falarem sobre o conflito no Médio Oriente. Segunfo Bruno Faria Lopes, "a geografia é uma coisa que joga muito a favor do Irão do ponto de vista militar e económico".