Sábado – Pense por si

A febre das corridas e caminhadas
Luísa Oliveira

A febre das corridas e caminhadas

Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre

"O corpo ganha mobilidade e a expressão corporal mais ativa", diz a professora Paula Paz
Sónia Bento

A explosão do pilates

Os estúdios e o número de alunos de todas as idades não para de aumentar. Os exercícios "vertebra por vértebra" para melhorar a flexibilidade estão na moda

Carlos Torres

Jorge Amaral: "Cheguei com um carro vermelho e o Pinto da Costa disse-me: 'Começas bem'"

O antigo guarda-redes iniciou a carreira no Benfica, a levar boladas de Eusébio. Foi campeão da II Divisão no Marítimo (onde assistiu à queda de um avião na Madeira) e esteve no FC Porto campeão europeu, embora só como suplente. Como treinador, foi duas vezes campeão da III Divisão e ganhou o primeiro campeonato de futebol de praia.

Talvez crónica

Um pouco mais suportável

Quando eu tinha 19 anos, um encenador e amigo deu-me a conhecer o concerto de Colónia do Keith Jarrett. Foi talvez o presente mais bonito que recebi até hoje, um som salvífico que nasceu num dia em que nada era suposto nascer.

Sónia Bento

Férias: Por onde andam os nossos famosos

Muitos escolhem ir para fora cá dentro, sendo o Algarve a região mais concorrida, outros preferem destinos exóticos, como as Maldivas ou as ilhas gregas.

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Lucília Galha

Os alimentos certos para cada idade

Especialistas indicam o plano alimentar ideal para cada fase da vida e os benefícios de centenas de alimentos. O atum preserva a memória na velhice, o gengibre baixa a tensão nos adultos, o marisco protege o sistema imunitário na meia-idade e os laticínios previnem a osteoporose logo na adolescência.

Susana Lúcio

Como mudar de vida para aliviar a dor

Cada pessoa sente a dor de forma diferente, porque as vivências da infância e juventude influenciam a forma como o cérebro a interpreta. Tratá-la é vital e exige várias terapias. Se não o fizer arrisca-se a perder capacidades cognitivas.

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