Ex-adjunto do Ministério da Justiça acusado de quase 8 mil crimes de pornografia e abuso de menores
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
Segundo a acusação, os ficheiros apreendidos evidenciam "atos de violência e sadomasoquismo".
O Tribunal da Relação do Porto mantém a decisão tomada em julho do ano passado de o absolver das acusações de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e moeda falsa.
Estavam em prisão preventiva e foram condenados na pena única de dois anos e nove meses de prisão, por seis crimes de burla.
Entre os detidos encontra-se o assessor do secretário-geral do PS.
O PS confirmou que a Polícia Judiciária está a realizar buscas na sede nacional, em Lisboa, afirmando que as diligências estão relacionadas com um dos seus trabalhadores e não com o partido.
Empresa de Duarte Moral, ex-assessor de António Costa, recebeu em 2025 adjudicação da junta da Misericórdia (PS) e teve como concorrência a empresa da mulher.
O PS sublinha que o partido "não é visado pela investigação" da Polícia Judiciária.
Duarte Moral, antigo assessor do ex-primeiro-ministro, António Costa, e próximo do atual líder do PS, José Luís Carneiro, está entre os detidos na Operação Imergente, que constituiu 37 arguidos.
Vão ser hoje presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Setúbal.
Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.
Roza contou como, com apenas 18 anos, conheceu um agente de modelos que a apresentou a Epstein e como foi violada durante três anos. Na altura, Epstein cumpria pena domiciliária por abuso de menores.
A PSP referiu também que se seguirão "diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito".
OMS recomenda isolamento por 42 dias na sequência do surto de hantavírus a bordo do MV Hondius, mas cada país tem as suas regras.
A PSP refere também que "seguir-se-ão diligências em termos processuais penais e disciplinares para apuramento dos factos imputados ao suspeito".
Magistrada criticou duramente os agentes da PSP, dizendo que revelaram um “profundo desrespeito pela dignidade dos ofendidos”. Quatro polícias ficaram em prisão preventiva, dois com suspensão de funções e oito saíram em liberdade
Juíza de instrução decretou as medidas de coação aos agentes suspeitos de tortura policial.