Parlamento debate desclassificação de documentos sobre organizações terroristas pós 25 de Abril
Em discussão estará um projeto de lei do BE e dois projetos de resolução apresentados por Chega e Livre.
Em discussão estará um projeto de lei do BE e dois projetos de resolução apresentados por Chega e Livre.
Tudo começou, em fevereiro de 2025, quando a GNR comunicou à PJ uma situação que, perante os dados iniciais, ia muito além de um simples furto num quarto de hotel.
Documentos agora divulgados revelam novos dados sobre o incidente com o avião da primeira-ministra britânica, que foi atacado por mísseis quando sobrevoava o país, em 1989.
As transcrições do grande júri - que podem mostrar o depoimento de testemunhas e outras provas apresentadas pelos procuradores - raramente são divulgadas pelos tribunais, a menos que seja necessário divulgá-las no âmbito de um processo judicial.
Esta medida segue-se a uma ordem assinada por Donald Trump, ordenando a divulgação dos registos sobre a morte de JFK, do seu irmão Robert Kennedy e de Martin Luther King.
Não foi eleito ou nomeado formalmente, mas este “funcionário especial” recebeu de Trump o poder para partir a espinha à administração pública. Recrutou um exército de jovens engenheiros nas suas empresas e deu-lhes acesso a dados confidenciais.
Não sabemos o que será, mas sabemos o que deixou de ser. Há vencedores e vencidos, embora alguns destes finjam que não se passou nada. Em Moscovo e Teerão, os que eram “terroristas” há uma semana são hoje tratados como “o povo em armas”. Já vimos isto.
Procuradores citam uma política do Departamento de Justiça que impede a acusação criminal de presidentes em exercício de funções. Jack Smith também desistiu do caso dos documentos secretos.
A pressão política exercida pela Austrália levou que fosse formalizado um acordo com os EUA para libertar o fundador do portal WikiLeaks. Depois da libertação, advogada australiana agradeceu ao primeiro-ministro.
Na quarta-feira, o fundador da WikiLeaks vai declarar-se culpado da única acusação criminal de conspirar para obter e divulgar documentos confidenciais de defesa nacional dos Estados Unidos, numa audiência em Saipan, nas Ilhas Marianas do Norte.
Fundador do WikiLeaks enfrenta desde 2019 um pedido de extradição por crimes contra os EUA.
Fundador da WikiLeaks é acusado de ter divulgado cerca de 700 mil documentos secretos norte-americanos. Caso esta terça-feira fique decidida a sua extradição, o australiano teme que possa ser condenado à morte.
Suspeito alegadamente passou ou queria passar informação aos serviços secretos marroquinos.
Foi jornalista de política na BBC e editor no Observer, mas trocou as notícias pelos romances históricos. Escreve bestsellers sobre Hitler, o império romano, Estaline. Já vendeu mais de 10 milhões.
Dias depois da retirada da embarcação, a 24 de fevereiro Putin ordenou a invasão da Ucrânia. Os emails foram relevados pela organização russa anticorrupção de Alexei Navalny.
“Perturbado”, chamou-lhe o ex-presidente. O procurador que pretende levá-lo à cadeira veio do Tribunal de Internacional de Haia, é duro, persistente, e corria triatlos.