Sábado – Pense por si

Miguel Pinto Luz foi vice-presidente da câmara de Cascais enter 2013 e 2024. Pelo meio, em 2020, candidatou-se ao PSD
Marco Alves

Caso dos almoços: Miguel Pinto Luz “escapou” à justiça

Pelo menos para já, e que se saiba. Quando era autarca em Cascais, o atual ministro teve 545 refeições “de trabalho” com jornalistas e políticos pagas pela câmara, mas a investigação só foi em Oeiras e a Isaltino Morais

O primeiro-ministro foi ao Algarve com a mulher e ainda não foi avistado com o board da Spinumviva, os filhos.
Marco Alves

Corpos à mostra, políticos a banhos

Regra geral, vão para o Algarve e já não dão entrevistas nestes preparos (exceção Marcelo). Postam nas redes para controlar a narrativa do bronze e da barriga.

Bruno Faria Lopes

O percurso sombra do preferido do PS

António Vitorino esteve ligado a mais de uma dúzia de empresas, abriu portas entre o poder político e o económico e já foi visado em várias polémicas.

Marco Alves

Pinto Luz comia com os amigos do PSD, assessores e jornalistas... e quem pagava era a câmara de Cascais

A autarquia recusou mostrar à SÁBADO as faturas dos almoços dos membros do executivo, para que a revista pudesse escrutinar quem estava presente e o que se gastou. Perdeu a primeira ação em tribunal, recorreu e voltou a perder. Os documentos mostram como durante 10 anos o vice-presidente, hoje ministro das Infraestruturas e Habitação, faturou à autarquia dezenas de refeições com personalidades ligadas ao PSD numa altura em que foi dirigente e candidato à liderança do partido.

Caderno de Significados

A arte de governar

Cavaco tranquiliza-nos com a segurança de que, não estando ele ao leme da Nação, a tratar de resolver as coisas por nós, poderão sempre estar delfins do seu conhecimento. Assim saibam beber os ensinamentos. Entreguemo-nos, portanto, ao sonho, porque jamais dormiremos tão descansados!

Caderno de Significados

O retocador da história

A guerra de Cavaco é ajudar-se a si próprio, apresentando a sua “década dourada” como um período imaculado de todos os pecados que atribuiu a António Costa: falta de autoridade política; populismo; hipocrisia; abusos de poder; mentiras e violação da ética política.

Margarida Davim

Conta-me como foi a queda de um Governo com maioria

Pedro Santana Lopes diz que "qualquer comparação é ridícula", mas lançou o debate sobre se os "tantos casos, tantos" de António Costa deviam ter desfecho igual ao que levou à queda do seu Governo. A ideia torna importante puxar a fita atrás até 2004, mesmo que por agora Marcelo considere que o filme é bem diferente.

A Newsletter O Melhor do Mês no seu e-mail
NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Para que não lhe escape nada, todos os meses o Diretor da SÁBADO faz um resumo sobre o que de melhor aconteceu no mês anterior.