Dono da Mango achava que o filho era capaz de o matar, revelam mensagens
Filho do fundador da Mango continua a garantir que mantinha boas relações com o pai, mas não é isso que sustentam algumas mensagens a que as autoridades tiveram acesso.
Filho do fundador da Mango continua a garantir que mantinha boas relações com o pai, mas não é isso que sustentam algumas mensagens a que as autoridades tiveram acesso.
Enquanto presidente do FC Porto chegou a receber €1 milhão por ano e vendeu as suas ações por 350 mil euros, mas no seu testamento não há dinheiro e surge apenas em seu nome um T1. Entre as muitas teorias, há quem defenda que fez um acordo secreto com o filho Alexandre, com quem esteve muitos anos de costas voltadas.
O que estará em causa é a venda das ações do Futebol Clube do Porto antes da sua morte, de forma a que os filhos fossem impedidos de as herdar. Alexandre Pinto da Costa terá ficado limitado ao mínimo legal, 25% da quota da herança para herdeiros legítimos.
Perseguidos pelo Marquês de Pombal, chegaram a ser a família mais rica do País – com um casamento que envolveu acusações de rapto e tentativas de suborno. Um dos descendentes do I duque levou a Rainha Isabel II a conhecer a Arrábida. Outros cruzaram os seus nomes com Espírito Santo, Soares Franco e Van Zellers.
Há guerras-relâmpago, e há campanhas eleitorais ainda mais breves e faíscantes. A epopeia das europeias tem impactos diferentes, dentro e fora de portas. Mesmo que se possa discutir o que são, nos dias que correm ou que andam, as tais “portas”
A vítima, de 59 anos e professora de Físico-Química na Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, foi encontrada morta a 5 de setembro de 2018.
Mal o corpo da professora do Montijo foi encontrado, o genro revelou o crime aos investigadores.
Filha adotiva e genro drogaram a vítima, mataram-na com marteladas na cabeça e carbonizaram o corpo.
Escrevem cartas irónicas aos descendentes a contar que se desfizeram do património e fazem testamentos que excluem os filhos. Mas não é fácil negar uma herança
Escrevem cartas irónicas aos descendentes a contar que se desfizeram do património e fazem testamentos que excluem os filhos. Mas não é fácil negar uma herança
Quando o escritor espanhol Camilo José Cela morreu, em 2002, foi declarado insolvente. Na verdade, não o era. A sua fortuna real está actualmente avaliada em oito milhões de euros, mas na altura foi a forma encontrada pela sua segunda mulher, Marina Castaño ? com a conivência do próprio escritor ? para deserdar o filho deste, Camilo José Cela Conde. Agora, o juiz deu razão ao filho, que reclama cinco milhões de euros à viúva.