Dia Mundial da Fertilidade e a entrevista ao líder dos tarefeiros
A newsletter de quinta-feira, dia 4 de junho
A newsletter de quinta-feira, dia 4 de junho
O Colégio Moderno não vai aceitar a renovação da matrícula dos alunos de 16 e 17 anos envolvidos num episódio de confrontos físicos em Lisboa que se tornou viral nas redes sociais – na madrugada de 25 de abril, os jovens atacaram um refugiado iraquiano na Alameda D. Afonso Henriques.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
Muitos portugueses aproveitaram o feriado do Dia do Trabalhador para se fazerem ouvir e foram milhares as pessoas que saíram à rua para se juntarem às celebrações. Em Lisboa, a habitual manifestação convocada pela CGTP-IN percorreu a Avenida Almirante Reis, entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Eleições marcadas para 13 de junho.
O chefe de Estado chegou a Roma no domingo ao fim do dia, e jantou com o Presidente de Itália, Sergio Mattarella.
Marcelo Rebelo de Sousa falou numa sessão comemorativa dos 40 anos da adesão de Portugal e Espanha à então Comunidade Económica Europeia (CEE).
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
Candidato presidencial indicou um imóvel e um amendoal em Olhão. A prazo tem €75.995
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Presidente do FC Porto reagiu às declarações do homólogo do Sporting
Rui Passos Rocha teve acesso a uma base de dados dos CTT, que tem as 250 mil ruas do País. Focou-se naquelas que têm nomes que mais vezes se repetem, casos de 25 de Abril, Santo António ou Camões.
A língua portuguesa é o principal factor de identidade nacional que dos EUA à China transporta alguma coisa de um país que não tem dimensão global no plano económico. Mas mesmo aqui, em matéria da língua, o português deve hoje muito mais ao Brasil.
Caracterizada por várias misturas e migrações, a nossa genética é semelhante à ibérica e muito marcada pelo Mediterrâneo. Só no sul do País percebemos uma maior influência da África subsaariana, efeito dos Descobrimentos. A nossa herança é muito mais diversificada que a de D. Afonso Henriques.
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