Sábado – Pense por si

Mendes Cabeçada chefiaria o primeiro governo pós-golpe (por pouco tempo)
António Luís Marinho

28 de maio de 1926: O dia zero da ditadura que durou meio século

Há 100 anos, um golpe de Estado que, aparentemente, podia ter sido mais um na conturbada I República, acabou por originar quase cinco décadas e Estado Novo, e um ditador, Oliveira Salazar, que moldaria o país à sua imagem, sob o lema Deus, Pátria e Família.

Keir Starmer, primeiro-ministro do Reino Unido desde 2024
Francisco Máximo Gaié

Quem quer liderar o Reino Unido?

Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester

David Hasselhoff numa cena da série O Justiceiro, com o indestrutível KITT
Susana Lúcio

Ver séries antigas faz bem à saúde

Voltar a rir com os disparates de Alf e com os esquemas financeiros do conservador Alex P. Keaton, da série Quem Sai aos Seus, não é saudosismo e pode ser benéfico para a saúde mental

O fim do bipartidarismo na Velha Albion

A "guerra civil" no Partido Trabalhista pode significar o fim definitivo do bipartidarismo no Reino Unido. Mas quer dizer muito mais: deixou de ser possível governar ao centro e pode ser impossível impedir que quem beneficie do disparate do Brexit seja quem o tenha promovido. Ainda falta muito tempo para terminar a legislatura do Labour, mas talvez seja tarde para evitar o pior.

Por nossas mãos

E assim se partiu o vaso

Como em Portugal e muitos outros países, a política britânica fragmentou-se. No caso, não só se regista a ascensão da extrema-direita e o crescimento dos partidos nacionalistas no País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, como mais recentemente, o surgimento dos Verdes, pela esquerda do Labour. Isto desafia um sistema eleitoral com círculos uninominais, que favorece fortemente o bipartidarismo e o voto útil.

A lagartixa e o jacaré

A política americana é hoje política nacional

O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional

 José António dos Santos, o Rei dos Frangos
SÁBADO

“Foi um bom negócio para mim e para o Benfica”, diz “Rei dos Frangos”

José António dos Santos, conhecido como “Rei dos Frangos”, diz que a venda da sua participação de 16,38% na Benfica SAD foi um bom negócio tanto para ele como para os encarnados. Ao que o Negócios apurou, o valor pago pelo fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner está na “casa” de 12 euros por ação.

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