Sábado – Pense por si

O Como, de Fàbregas, está em  4º lugar na Liga italiana e pode chegar à Liga dos campeões
Carlos Torres

Fàbregas com magia à Harry Potter na Liga italiana

O Como subiu apenas em 2024 e está a surpreender, seguindo em 4º lugar (o que dá acesso à Liga dos Campeões). O treinador, que graças ao seu sucesso coleciona invejas e polémicas, diz que só quer jogadores com "garra e paixão".

Débora Calheiros LourençoCarlos Torres

Vinícius, o melhor do mundo: jogava descalço, é alvo de racismo e ganha €20 milhões

Depois de perder a Bola de Ouro para Rodri, agora ganhou o The Best. Ao receber o prémio, Vinícius emocionou-se e lembrou as suas origens, a jogar na rua. O avançado do Real Madrid, que já foi várias vezes vítima de racismo, só tem 24 anos e já foi duas vezes decisivo na final da Liga dos Campeões, recebendo por ano um salário milionário.

Negócios

Criptomoedas: Burla em pirâmide da Omegapro lesou 156 portugueses

Com um investimento mínimo que começava nos 100 euros, a empresa tinha um ranking de categorias que davam acesso a prémios e eventos da Omegapro. Quanto aos prémios, estes podiam ser monetários, electrodomésticos, computadores, telemóveis ou viagens. 

RecordSÁBADO

Luis Rubiales: "Não me vou demitir"

Presidente da Federação Espanhola de Futebol fez declarações após as mais recentes polémicas durante os festejos da conquista do Mundial feminino.

Tiago Carrasco

Pepe faz 40 anos: veja as melhores histórias do futebolista

Esteve para ser taxista, chegou a Portugal só com 5 euros e um pé partido e transformou-se num “monstro” competitivo que acumula troféus – como o Euro 2016 por Portugal ou as três Ligas dos Campeões no Real Madrid. Uma viagem pela sua longa carreira.

Carlos Gonçalo Morais

Diogo Costa. O miúdo que não queria ir à baliza

Nos Pinheirinhos de Ringe, jogava a guarda-redes e a avançado e no primeiro torneio em que participou até foi o melhor marcador. Viagem à vida e aos gostos de Diogo Costa, figura do FC Porto que podia estar hoje na seleção suíça ou no Benfica.

Instantâneos (ou quase) 100

“Uma sociedade que subvalorize a literatura, a história, a filosofia e as artes não está a caminhar numa direção segura.” Parece tão óbvio, mas ser Henrique Leitão, um historiador de ciência e prémio Pessoa 2014, a dizê-lo é muito bom.

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