Presidenciais: Debate entre Seguro e Ventura foi o mais visto de todos os confrontos
Nos canais generalistas, o debate foi acompanhado por mais de 3,9 milhões de portugueses.
Nos canais generalistas, o debate foi acompanhado por mais de 3,9 milhões de portugueses.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Fafe vence por 2-1 e apura-se pela terceira vez na história para esta fase da Taça de Portugal.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
No debate presidencial entre Henrique Gouveia e Melo e André Ventura, um dos temas centrais foi o novo chumbo do Tribunal Constitucional a várias normas da Lei da Nacionalidade.
As eleições legislativas realizam-se a 18 de maio, pouco mais de um ano e dois meses depois das últimas (também antecipadas), na sequência da demissão do Governo PSD/CDS-PP liderado por Luís Montenegro imposta pela rejeição pelo parlamento da moção de confiança ao executivo a 11 de março.
Bugalho impôs-se pelo "terrorismo verbal" num debate onde Marta Temido falhou os dois tiros à direita. E onde se ouviu um comunista a dizer que devemos pôr os olhos no Papa.
Se se esperava que o debate entre o BE, o Livre, o PAN e o Chega colocasse três contra um... a realidade revelou-se mais soft. Tânger Correia fez-se de morto para não sofrer mais do que os golpes necessários. Só Catarina Martins investiu contra o Chega, mas sem convicção maior. PAN e Livre não conseguiram destacar-se, nem a falar sobre ambiente...
Se terminar a legislatura, o PSD será o partido com maior tempo do governo em Portugal. Estará à altura deste desafio?
Quase todos os pequenos partidos mostraram porque não têm lugar no parlamento. Mas há moderados e novos rostos e forças partidárias emergentes. Uma análise ao debate na RTP.
Os programas Liga D’Ouro, Rua Segura, e as Notícias CM da CMTV, derrotaram a RTP 1 no mesmo horário.
A gesta épica de Fernando Santos jamais deverá ser subestimada, até porque a ingratidão e a falta de memória são defeitos tão desagradáveis como a visão de Thibaut Courtois prestes a entrar na sauna. Mas o que é demais é moléstia.
O debate do calceteiro com João Ferreira começou com um desabafo: é o único candidato que ainda não recebeu convite para estar terça-feira na reunião no Infarmed com especialistas de saúde pública. A conversa na RTP contrapôs ideologia (do comunista) a casos da vida real (de Tino de Rans).
No debate entre Marisa Matias e João Ferreira não houve disputa e, pelo contrário, o esforço para se diferenciarem foi escasso, num caso, e nulo, no outro
Marcelo foi à RTP3 para ouvir Tino de Rans e saiu de lá com lições sobre populismos, direita e esquerda e uma nota mediana como Presidente.
No debate com Vitorino Silva, a bloquista recusou ter conversado com Ana Gomes sobre uma convergência nas candidaturas mas que tem "entusiasmo" para se apresentar nas urnas dia 24