Quem está verdadeiramente a ganhar com a guerra do Irão?
Donald Trump afirma ser o grande vencedor, mas a Rússia e a China podem até tirar mais partido do conflito.
Donald Trump afirma ser o grande vencedor, mas a Rússia e a China podem até tirar mais partido do conflito.
Muitos dos locais atingidos integram a lista do Património Mundial da UNESCO e a recorda que os bens culturais estão protegidos pelo direito internacional.
O programa ainda não é conhecido e "será divulgado oportunamente".
"Estão a forçar-me a restabelecer o Druzhba", declarou o presidente da Ucrânia a um grupo de jornalistas.
"Espero, daqui a quatro anos, ter a massa associativa do Sporting muito feliz", disse ainda o presidente reeleito.
Bruno Clavet tem 36 anos, já foi modelo e chegou a participar no Fator X. Agora, vai disputar a Câmara Muncipal de Lens nas eleições francesas que se realizam este domingo.
Os EUA decidiram enviar 2.500 fuzileiros para reforçar as tropas que já estão na região.
Adversário do Sporting na Champions está a estagiar em Espanha.
Líder do Chega admitiu também recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, caso seja necessário.
"Isto não é mesmo o Bangladesh (mas parece)" ou "Sorria, estamos a ser substituídos", numa referência à "teoria da Grande Substituição", são algumas das frases mais visíveis.
Filho mais novo do presidente dos EUA é o alvo de uma campanha que apela ao seu alistamento na guerra, onde já morreram seis soldados americanos. Com 2 metros e apenas 19 anos, é um protegido de Melania e a sua fortuna ronda os 150 milhões.
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.
O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou na segunda-feira que a guerra estava quase terminada, embora depois tenha condicionado o fim a uma rendição incondicional do Irão.
Os serviços secretos portugueses avisam que contas de governantes, diplomatas e militares estão a ser alvo de um ataque global.
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.