Suspeito de ataque a marcha LGBT em Berlim foi morto em operação policial
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
O suspeito, um “cidadão alemão de origem libanesa”, está ainda em fuga e as autoridades pedem à população para evitarem “contacto direto” com o suspeito.
O detido alegadamente acompanhava o principal suspeito daquele atropelamento, já identificado, mas que continua a monte.
Segundo as autoridades, há "vários feridos". A Parada do Orgulho Gay de Berlim foi cancelada e a polícia está à procura dos suspeitos.
No local está a ser realizada uma megaoperação por parte da polícia.
O Mundial chegou à Ásia em 2002, onde vigorou o "Golo de Ouro" - e que levou ao despedimento de um coreano. Já o Alemanha 2006 assistiu à estreia de Ronaldo, teve um recorde de cartões e disse adeus a Zidane - com a surpreendente agressão a Materazzi.
Nas eleições regionais na Saxónia-Anhalt e em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, em setembro.
Autoridades entraram dentro do banco e encontraram dois reféns trancados numa sala. Os sequestradores terão conseguido fugir.
Tinha 91 anos, morava em Nova Iorque e em 1935 foi capa de uma revista nazi que celebrava a perfeição ariana.
Sebastian Hertner estava de férias com a mulher numa estância de esqui no norte de Montenegro
A cidade de Giessen, perto de Frankfurt, acolheu o congresso marcado pela forte presença policial e manifestações que deixaram alguns feridos.
As performers alemãs eram conhecidas nos anos 1960 pelos espetáculos como dupla e optaram por morrer juntas no dia 17 de novembro, recorrendo à eutanásia.
Há relatos de tiros e explosões a norte da cidade. Como consequência, uma pessoa morreu e uma outra está desaparecida.
Informação está a ser avançada pelo jornal alemão Bild.
Notícia foi avançada pelo jornal alemão 'Bild' e entretanto confirmada pela F1.
Brüeckner tinha ainda uma multa de 1.446 euros pendente de uma condenação anterior em 2015 e, caso não pagasse, teria pela frente mais 56 dias de prisão.