Ventura diz que tentou consenso "até à última" e recusa "cálculo político" no chumbo da lei laboral
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
Hugo Soares não poupou nas críticas ao líder do Chega.
Hugo Soares justificou que, no debate de quinta-feira afirmou que a proposta iria ser aprovada, porque é "um homem de palavra", criticando André Ventura por recuar à última hora.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
O partido liderado por André Ventura considera que os custos com a estação de televisão pública são "incomportáveis" e que a RTP se tornou "um refúgio" de pessoas que "só lá estão por razões políticas".
André Ventura anunciou um acordo com o PSD para que a autorização legislativa siga para a especialidade sem votação na generalidade.
André Ventura disse que "a reunião é entre duas pessoas e entre dois partidos que têm dialogado" e considerou ser "um pouco indiferente saber quem a pediu".
André Ventura considerou que a proposta do Governo "tem ideias" que o partido pode "vir a trabalhar e acompanhar".
Durante a campanha eleitoral foram identificados 26 casos de desinformação e André Ventura foi responsável por 88,5%, num total de 23 casos.
Numa metamorfose que merece estudo, André Ventura protagoniza uma conversão ideológica. André Ventura merece sobretudo um megafone emprestado pela CGTP e um lugar destacado na próxima greve geral.
Líder do Partido Socialista reage a insinuação do Chega de que o presidente do Tribunal Constitucional sairá por pressão do PS.
Na cerimónia de celebração dos 52 anos do 25 de Abril o líder do Chega (cujos deputados exibiram cravos verdes) apontou as "reformas miseráveis dos pensionistas" e voltou a falar na corrupção.
"Isto é um exemplo de má governação e de má negociação que está a afetar efetivamente e pode pôr em causa irremediavelmente esta legislação do trabalho", considerou.
Na manifestação convocada pelo Chega contra a presença do Presidente do Brasil em Lisboa gritou-se pelo partido e também pelo seu líder, André Ventura.
Partido de André Ventura convocou uma concentração junto ao Palácio de Belém, em protesto contra a visita do chefe de Estado brasileiro.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.