Trump afirma que Estreito de Ormuz vai reabrir "em breve" e ameaça atacar o Irão se não houver acordo de paz até quinta-feira
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
Ministério dos Negócios Estrangeiros diz estar a negociar apenas com o Omã.
Trump anunciou o início das negociações nesta segunda-feira para um acordo de paz com o Irão.
O presidente norte-americano avançou que está a adiar um ataque conjunta com Israel com o Irão.
O jantar dos correspondentes aconteceu esta sexta-feira depois do último ter sido interrompido por um tiroteio. Receção ao discurso de Trump foi amena.
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
Presidente norte-americano tinha insistido que Espanha "se portou muito mal" por não o ter apoiado na ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão, mas destacou a "tremenda unidade" registada durante a cimeira de líderes da Aliança.
Esta surge meses depois de a indústria diamantífera belga ter conseguido a remoção das taxas alfandegárias dos EUA sobre as suas exportações para o país.
O presidente dos Estados Unidos revelou o novo Air Force One e aproveitou a ocasião para assegurar que o tráfego marítimo está a ser retomado no Estreito de Ormuz, uma das rotas energéticas mais importantes do mundo, após o acordo com o Irão.
O presidente norte-americano, Donald Trump, apresentou o novo Air Force One e afirmou que embarcações carregadas de petróleo estão a voltar a atravessar o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas energéticas do mundo.
As relações entre o Japão e a China atravessam um momento tenso
Presidente dos Estados Unidos não se contém e volta a atacar o The New York Times.
Secretário de Estado norte-americano disse que Portugal foi um dos países que ajudou os EUA antes de terem "especificado a questão", mas Paulo Rangel esclareceu que a autorização para o uso da Base das Lajes só foi dada mediante pedido. O tema voltou a ser centro de debate e levou o PCP a propor uma comissão de inquério.
Segundo dados da empresa Kpler.
Há pelo menos dez casos e já se fala numa possível ação de "potências estrangeiras" para aceder a informações de segurança nacional.