"Pena de morte como arma": Execuções aumentaram 78% em 2025, revela relatório da Amnistia Internacional
O Irão é apontado como o principal responsável por este aumento, tendo executado mais do dobro das pessoas do que em 2024.
O Irão é apontado como o principal responsável por este aumento, tendo executado mais do dobro das pessoas do que em 2024.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Agnès Callamard defendeu que chegou a hora de o mundo "fazer o bem ao cumprir a promessa histórica de prevenir e punir o genocídio".
Israel considera que a "deplorável e fanática" organização "produziu mais uma vez um relatório fabricado que é totalmente falso e baseado em mentiras".
No caso de Portugal, os direitos dos migrantes, o acesso a habitação e a violência doméstica são apontados como os principais problemas.
Organização destaca ser igualmente preocupante a "brutalidade policial" no País e o facto de continuarem a ser "inadequadas as salvaguardas contra a violência baseada no género".
Alaa Abd el-Fattah entrou em greve de fome a 2 de abril e, no dia em que arrancou a cimeira do clima, anunciou que ia agravar o protesto.
O fundador dos WikiLeaks pode receber o prémio Sakharov esta quarta-feira. "O povo ucraniano e os seus representantes" e a Comissão da Verdade da Colômbia são os outros finalistas.
Um relatório da Amnistia Internacional condenou a utilização por parte das tropas ucranianas de escolas e hospitais "para repelir a invasão russa".
Apesar de execuções terem aumentado no Irão e na Arábia Saudita, 2021 foi o segundo ano com menos mortes por execução desde 2010.
Em causa estão denuncias de "trabalho forçado, horas excessivas, roubo de honorários e práticas de recrutamento extorsionárias", entre outros abusos a trabalhadores. Há quem aponte que já terão morrido cerca de 6.500 pessoas.
Testemunhos de dezenas de pessoas e recolha de provas referem bombardeamentos totalmente ilegais contra civis em Borodyanka e execuções sumárias nas cidades de Bucha, Andriivka, Zdyzhivka e Vorzel.
O caso da morte do jornalista, que ocorreu em 2018, foi enviado pelo tribunal turco para a Arábia Saudita apesar dos avisos de organizações internacionais de que esta ação pode resultar no ausência de julgamento.
A Amnistia Internacional já reuniu provas de civis mortos em ataques indiscriminados em Kharkiv e Sumy Oblast e num ataque aéreo em Chernihiv.
Países ricos e as grandes multinacionais "só aprofundaram as desigualdades", acusa a Amnistia Internacional.