Colégios com alunos com necessidades educativas especiais dizem estar "à beira do colapso"
As escolas irão funcionar normalmente até ao final do ano letivo, até 31 de julho, mas a situação poderá complicar-se já em setembro.
As escolas irão funcionar normalmente até ao final do ano letivo, até 31 de julho, mas a situação poderá complicar-se já em setembro.
Em janeiro, o Ministério da Educação anunciou que iria aumentar as verbas atribuídas aos colégios de educação especial.
O ministério vai apresentar "uma proposta intercalar" antes de chegar a um valor final.
Manifestantes estão desde as 10h concentradas em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, num protesto marcado pelo som de buzinas.
Questionado sobre as preocupações levantadas pelos pais o ministro solidarizou-se com a situação daquelas famílias e comprometeu-se a dar uma resposta ao problema.
Marcelo Rebelo de Sousa salienta que este diploma mereceu o parecer favorável do Conselho das Escolas e considera que poderá "proporcionar uma experiência, passível de avaliação ulterior, de potencial interesse pedagógico".
Quatro associações lamentam não terem sido ouvidas pelos deputados e pedem audiência com urgência ao Presidente da República, a quem caberá promulgar ou não a lei.
Os aumentos surgem "num contexto que ainda é de alguma recuperação dos efeitos socioeconómicos da pandemia e de incerteza causada pela pressão inflacionista", sublinhou Rodrigo Queiroz e Melo.
Com mais de dois milhões de crianças e jovens inscritos desde o ensino pré-escolar até ao superior no ano letivo passado, dois em cada 10 alunos frequentavam escolas privadas.
Escolas não têm indicações sobre vacinação e os docentes colocados fora da área de residência têm ainda mais dúvidas sobre o local de vacinação. O Ensino Superior sente-se excluído do processo e decidiu manter a greve “que permite o direito de resistência e de salvaguarda da saúde”.
O desconfinamento começa pelas escolas, só não sabe até que idade. Há quem defenda a abertura apenas das creches. Dirigentes escolares defendem que até ao primeiro ciclo seria o ideal.
Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo pediu ao Governo uma clarificação sobre a utilização de testes rápidos à covid-19, considerando que a medida "cria uma discriminação inaceitável" se não incluir o setor.
Talvez o tom o tenha indiciado, diz Filinto Lima. Privados referem que em 15 dias "ninguém pode dar aulas". Mas diretores de escolas públicas e colégios dizem que há professores a trabalharem com os alunos sem darem nova matéria ou marcarem faltas. É um nim às palavras do PM.
O Governo decretou o encerramento de todas as escolas durante 15 dias. Alguns colégios manifestaram intenções de continuar a dar aulas, apesar da proibição, mas associação representativa acabou por recuar.
A AEEP esteve a analisar o decreto do Governo e a vontade de colégios privados continuarem a dar aulas. Recomendou que atividades letivas fossem mesmo suspensas.
Em causa estão os contratos de associação, que financiam colégios que garantam ensino gratuito aos seus alunos.