O que se sabe sobre o acidente ferroviário que matou quatro pessoas na Bélgica?
O jornalista da AP Raf Casert explica o que se sabe sobre um dos piores acidentes ferroviários do país.
O jornalista da AP Raf Casert explica o que se sabe sobre um dos piores acidentes ferroviários do país.
A greve geral nos comboios espanhóis foi convocada depois dos acidentes de 18 janeiro, em Adamuz, Córdova, Andaluzia, no sul do país, e de 20 de janeiro, na Catalunha, no nordeste Espanha.
As informações constam do relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF).
GPIAAF está há três anos à espera da contratação de um terceiro investigador de acidentes ferroviários. Último relatório da estrutura aponta para a existência de 20 investigações pendentes relativas a acidentes anteriores ao ano de 2011.
"A falha no fornecimento de combustível ao motor esteve na origem da paragem do mesmo", revelou relatório do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários.
De acordo com o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários, o "incidente grave" resultou de um "comportamento errático" dos ailerons.
O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários irá recolher os dados da aeronave e obter informações da tripulação que se encontrava no aparelho.
Um cirurgião ortopédico francês, ligado ao mundo do desporto, é uma das cinco vítimas mortais provocadas pela queda de uma aeronave, na segunda-feira, em Tires, Cascais. De acordo com o CM, o milionário Jean Plé é outra das vítimas.
O descarrilamento de um comboio, esta quarta-feira, em Santiago de Compostela, Espanha, foi um dos mais graves que se registou nos últimos 50 anos, não só em Espanha, mas também na Europa.
O Gabinete de Investigação de Segurança e de Acidentes Ferroviários, criado em 2007 pelo governo de José Sócrates, por imposição comunitária, só teve um diretor durante ano e meio. O atual governo fez um decreto-lei mas não nomeou diretor nem quadros, pelo que o gabinete está vazio.