Uma traição na alta cultura. Diogo Ramada Curto, o comissário e as ministras
História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes
História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes
Estamos, felizmente, muito longe dos tempos miseráveis do Estado Novo e talvez ainda haja memória colectiva suficiente do modo como essa corja de patifes tratava os portugueses e, sobretudo, as portuguesas.
O antigo líder da IL vai ter um programa de comentário domingo à noite no canal por cabo.
A maior entrada de sempre em Bolsa de uma empresa que vende armas, as aeronaves da Tekever a apoiar as forças ucranianas e os fundos de investimento que já não excluem o setor militar. A defesa vale cada vez mais dinheiro.
Ao longo do mês foram sendo estabelecidos novos máximos no consumo diário, que acabou por se fixar no dia 23 de janeiro.
Consumo diário atingiu 198,1 GWh no dia 23 e potência máxima superou os 10,2 GW, num mês marcado por temperaturas baixas e forte pressão sobre o sistema elétrico nacional.
Mayza Cosentino defendeu um dos arguidos da Operação Zelador, detido pelo ataque à casa de André Villas-Boas, então candidato à presidência do FC Porto.
Concertos de Pedro Abrunhosa, Capitão Fausto e Delfins são os destaques de um fim de semana que inclui também teatro e exposições.
Christine Ourmières-Widener usa as escutas a António Costa para dar título ao seu artigo de opinião, alegando que foi alvo de um despedimento político para salvar um Governo que veio a cair mais tarde.
Há coisas que não se explicam, outras são bem evidentes, como o sucesso desta série que está a dar que falar em todo o mundo. Chega a Portugal e à HBO Max esta sexta-feira, 23.
O Lidl e a WWF Portugal reforçam o seu compromisso com a proteção da biodiversidade em território nacional, no âmbito da iniciativa Re-Store Portugal. A votação para a escolha da nova área de intervenção já arrancou.
A primeira-ministra japonesa vai adiantar mais detalhes sobre a dissolução da Câmara Baixa do Parlamento a 19 de janeiro. Sanae Takaichi quer reforçar a maioria de forma a reforçar a agenda política mais agressiva.
A primeira-ministra foi eleita em outubro, então à frente de uma coligação minoritária, que, no mês seguinte, se tornou ligeiramente maioritária na câmara baixa devido à adesão de três outros eleitos.
As votações para estes órgãos externos acontecerão já depois de uma eventual segunda volta das eleições presidenciais.
Em 2003, quando substituiu Francisco Louçã na AR, a candidata do ADN lutou pelos direitos dos reclusos (que hoje reprime), combateu as alterações climáticas (que hoje chama de "fraude") e defendia a imigração (que hoje quer deportar).