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IPO do Porto obrigado a reintegrar grávida que despedira

O tribunal ordenou que a farmacêutica fosse indemnizada. A instituição despediu a mulher 18 dias depois de a ter contratado.

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto vai ser obrigado a reintegrar uma farmacêutica grávida que despediu, em Julho do ano passado, de acordo com uma decisão dos juízes do Juízo do Trabalho do Tribunal Judicial do Porto

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