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Um italiano morreu e quatro estão desaparecidos depois de mergulho nas Maldivas

Grupo estava a explorar as cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu quando desapareceu. Autoridades encontraram um dos corpos e estavam a fazer buscas pelos restantes, que acreditam que também estejam mortos.

Um turista italiano morreu e outros quatro continuam desaparecidos depois de um mergulho nas Maldivas, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália. Tudo aconteceu na quinta-feira, quando o grupo, que se encontrava a explorar cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu, a uma profundidade de cerca de 50 metros, desapareceu. No mesmo dia, as autoridades das Maldivas disseram ter encontrado o corpo de um deles.

Monica Montefalcone, uma das cinco mergulhadoras italianas que desapareceu perto de Alimathaa
Monica Montefalcone, uma das cinco mergulhadoras italianas que desapareceu perto de Alimathaa Greenpeace via AP, Ho

"Acredita-se que os mergulhadores morreram enquanto tentavam explorar as cavernas a uma profundidade de 50 metros", esclareceu o ministério. Segundo as Forças Armadas das Maldivas, o corpo foi encontrado numa caverna a cerca de 60 metros de profundidade. Acredita-se, por isso, que também os restantes mergulhadores estejam naquele local. 

“A caverna é tão profunda que os mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se aventuram a chegar perto”, disse o porta-voz da presidência das Maldivas, Mohammed Hussain Shareef .

O cenário levou as autoridades a realizarem, na sexta-feira, buscas naquela zona: para isso, mobilizaram barcos, aeronaves e equipas de mergulho para vasculhar a área. O embaixador italiano também seguiu a bordo dos barcos de busca.

Segundo a internacional, as Maldivas podem vir agora a solicitar assistência internacional, até porque as condições climáticas poderão vir a atrasar o resgate.

O ministério italiano não forneceu, no entanto, detalhes sobre a identidade das vítimas ou o que terá causado o acidente: referiu apenas que todos os cidadãos são italianos e que foi aberta uma investigação. Sabe-se apenas que do grupo fazia parte uma professora de ecologia, a sua filha e dois investigadores e que a equipa fazia parte da Universidade de Génova. 

"A solidariedade de toda a comunidade universitária estende-se às famílias, colegas e alunos que compartilharam a sua jornada humana e profissional", disse a universidade em comunicado. 

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