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NOS Alive, dia 2: De vários rocks se faz um festival

No segundo dia de NOS Alive, o rock foi a palavra de ordem: Queens of the Stone Age, The National ou Future Islands abalaram, do seu jeito, o recinto do festival lisboeta.

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NOS Alive, dia 2: De vários rocks se faz um festival
Pedro Henrique Miranda 14 de julho de 2018 às 11:33

"Mas afinal, para onde foi o rock?" É uma pergunta que já foi ouvida, de uma maneira ou de outra, pela grande maioria dos frequentadores de festivais de verão portugueses, e o NOS Alive não foi excepção - "Pensei que era um festival de rock", "Não há sinal de guitarras à vista" ou "Isto é muito levezinho". É, em muitos casos, um ponto justificado: o crescimento do hip-hop enquanto género dominante e o ressurgimento de tendências como o novo R&B têm-se manifestado de maneira palpável nos alinhamentos de festivais, mesmo aqueles com um longo historial de guitarras em punho. Mas o segundo dia de festival em Algés deu provas não só de que do rock ainda se faz um belo dia de festival, como também de que, para o género, os caminhos possíveis são quase ilimitados.

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