Sábado – Pense por si

Crítica de cinema: Como Falar com Raparigas em Festas

"Se o filme fosse um disco de vinil, a agulha estava sempre a saltar", escreve Tiago R. Santos na sua crítica

Capa da Sábado Edição 5 a 11 de maio
Leia a revista
Em versão ePaper
Ler agora
Edição de 5 a 11 de maio
As mais lidas GPS
Tiago Santos 30 de maio de 2018 às 16:00

No seu segundo filme, John Cameron Mitchell adapta um conto de Neil Gaiman em que três adolescentes de Croydon, um subúrbio londrino, confundem um encontro de extraterrestres com uma festa alternativa. Enn apaixona-se por Zan, farta de se sentir uma turista no nosso planeta. É 1977, a Rainha Vitória é celebrada e o movimento punk invade as ruas - "God save the queen, she's not a human being", cantava Johnny Rotten. Mas Mitchell nunca consegue encontrar harmonia entre os vários elementos. Se o filme fosse um disco de vinil, a agulha estava sempre a saltar. Uma decepção, sobretudo porque o realizador americano é o criador do melhor musical punk-rock de que me lembro:Hedwig - A Origem do Amor.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login
A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30