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Crítica de cinema: A Vingança de Lizzie Borden

Aqui há golpes de machadinha com filtros contemporâneos, diz o crítico

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Foi em 1892 que Andrew Borden e a sua mulher foram assassinados em casa, mortos com quarenta golpes de machadinha cada um – daquelas que servem para cortar a cabeça a pombos, uma imagem recorrente em A Vingança de Lizzie Borden. Mas Craig William Macneill e Bryce Kass, o argumentista, retratam os infames crimes usando filtros contemporâneos.

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