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Gravuras de Júlio Pomar em Foz Côa

Pomar mostraa algumas das suas gravuras, num confronto-diálogo entre o seu passado e o passado da Humanidade. Para ver até 5 de Agosto

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Edição de 14 a 20 de abril
Ágata Xavier 21 de março de 2018 às 16:00

Depois de visitar as Grutas de Altamira, Picasso disse que a partir daí "toda a arte era decadência". Esta frase, que Júlio Pomar sintetizou como sendo uma tese de doutoramento, pode aplicar-se tanto às pinturas rupestres referidas pelo artista espanhol, como às de Lascaux, ou, bem mais perto de nós, de Foz Côa. É em relação as estas últimas, que emergiram no Vale do Côa, que Pomar vai mostrar algumas das suas gravuras, num confronto-diálogo entre o passado da Humanidade e o passado de um Homem, o pintor, que completou 92 anos em Janeiro.

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