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Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Tiago Carrasco 05 de maio de 2026 às 23:00

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

Assim que o joelho do avançado Clayton Donaldson lhe atingiu o peito com violência, o guarda-redes Lutz Pfannenstiel, do Bradford Park Avenue, sentiu o seu corpo a soçobrar: “Comecei a ver flashes a preto e branco, pequenos diamantes a voar, antes de apagar completamente”, recorda, à SÁBADO. Decorria o 29º minuto da partida entre o Bradford PA e o Harrogate, para a Northern Premier League (7ª divisão do campeonato inglês), a 26 de dezembro de 2001. O guardião tinha apenas 28 anos. Quando o médico Ray Killick chegou para o assistir, já não respirava, nem tinha pulso. Reagiu às manobras de reanimação, mas acabou por ser levado inconsciente para o hospital. “Os meus pulmões colapsaram e o sistema nervoso entrou em falência. Fui dado como morto três vezes”, recorda.

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