Duas ambulâncias com pessoal médico de fato de proteção integral transportaram os três ocupantes a transferir desde o barco até ao aeroporto, onde se encontravam dois aviões ambulância.
Três casos suspeitos de terem contraído hantavírus no navio cruzeiro MV Hondius foram retirados da embarcação em Cabo Verde e estão a caminho dos Países Baixos.
Pessoal médico de fato de proteção integral retirou os passageiros do navioAP
Duas ambulâncias com pessoal médico de fato de proteção integral transportaram os três ocupantes a transferir desde o barco até ao aeroporto, onde se encontravam dois aviões ambulância, tendo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) informado que já estão a caminho dos Países Baixos.
"Três pacientes com suspeita de hantavírus acabaram de ser retirados do navio e estão a caminho para receber cuidados médicos nos Países Baixos, em coordenação com a OMS, a operadora do navio e as autoridades nacionais de Cabo Verde, do Reino Unido, de Espanha e dos Países Baixos", disse Tedros Adhanom Ghebreyesus numa publicação na rede social X.
Segundo o responsável, a organização está a trabalhar com "os operadores do navio para monitorizar de perto a saúde dos passageiros e da tripulação, colaborando com os países para apoiar o acompanhamento médico adequado e a evacuação, quando necessário".
"Os três encontram-se em estado estável e um deles é assintomático", precisou a representante da OMS em Cabo Verde, Ann Lindstrand.
O transporte de emergência incluiu dois tripulantes com sintomas leves, que aguardam resultados de análises ao sangue, e um passageiro assintomático, mas que partilhou a cabina com uma das três vítimas mortais durante a viagem de cruzeiro que partiu da Argentina e atravessou o Atlântico Sul durante abril com 147 pessoas.
Dois aviões ambulância aterraram na terça-feira na Praia, Cabo Verde, para levar para os Países Baixos três pessoas do navio Hondius, de entre sete afetadas por uma doença respiratória grave, anunciaram as autoridades cabo-verdianas.
A embarcação deverá deixar o arquipélago de Cabo Verde após as autoridades médicas retirarem estas três pessoas, segundo a OMS.
Segundo o último ponto de situação feito pela agência da ONU, entre os sete casos identificados (incluindo as mortes), contabilizam-se cinco casos suspeitos e dois confirmados em laboratório de infeção com hantavírus.
A operação de transporte "está a ser preparada com a máxima segurança", referiu, reiterando que "não existe qualquer risco para a população em terra", ou seja, o risco sanitário é considerado "baixo".
"Até ao momento, não foi registada qualquer nova ocorrência envolvendo outros ocupantes da embarcação", que permanecem em quarentena, disse, acrescentando que, "concluído o processo, o navio deverá retomar a viagem", em direção às ilhas Canárias ou Países Baixos.
O barco fundeou no domingo, na capital cabo-verdiana, recebendo assistência por pessoal médico com fatos de proteção e sem nenhum desembarque, como medidas de precaução, numa operação articulada a nível internacional.
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