Universidade de Medicina de Tóquio baixava notas para excluir mulheres

C.A.C. 08 de agosto de 2018

Investigação interna revelou plano que tinha como objectivo não deixar que as mulheres ultrapassassem uma quota de 30% dos alunos.

A Universidade de Medicina de Tóquio prejudicou, durante vários anos e de forma sistemática, as candidatas ao estabelecimento de ensino, baixando as notas dos seus exames de admissão com o objectivo de manter um maior número de médicos. Segundo uma investigação divulgada pela imprensa nipónica, tudo começou em 2011, ano em que as mulheres atingiram uma quota de 38% dos alunos. 

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