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Vida

Há cada vez mais pessoas a viverem sozinhas

22.10.2017 19:00 por Ana Catarina André 563
O número de portugueses que não divide casa já representa mais de 20% dos agregados. E o mercado adapta-se: há viagens só para eles e cada vez mais unidoses nos supermercados.
  • 9158

Artur Ribeiro tanto começa a escrever às 2h, como às 4h, ou às 10h. É guionista e passa horas embrenhado em histórias, personagens e enredos de séries e telenovelas de que é autor. "Viver sozinho é uma questão prática", explica o argumentista de 47 anos, autor de novelas como Belmonte e Santa Bárbara, exibidas recentemente na TVI.

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"Se tivesse de partilhar casa com outra pessoa provavelmente não teria a mesma liberdade para trabalhar à hora que me apetece", assume. Além de poder sentar-se ao computador sempre que tem uma nova ideia, levanta-se de madrugada para que ninguém o interrompa. "Quando estou a trabalhar para televisão, por exemplo, há muitos contactos com actores e produtores ao longo do dia e é mais difícil estar concentrado", diz à SÁBADO.

Tal como Artur Ribeiro, há mais 866.826 portugueses a viver sozinhos, o que corresponde a 8,2% da população residente, refere um artigo das investigadoras Maria das Dores Guerreiro e Ana Caetano, do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, do ISCTE.

De acordo com os dados dos últimos Censos, realizados em 2011, as pessoas que moram sozinhas em Portugal representam 21,4% do total de agregados domésticos, uma percentagem que é quase o dobro do que se verificava em 1991 (13,8%). Trata-se de "uma das principais tendências de mudança das estruturas familiares nas sociedades contemporâneas", observam as académicas.

Ainda que a maioria tenha 65 ou mais anos (46,9%, em 2011) – resultado do aumento da esperança média de vida no último século –, as estatísticas mostram que as faixas etárias inferiores (30-49 anos e 50-64 anos) também têm peso. Basta, por exemplo, constatar que entre 1991 e 2011 os sozinhos entre os 30 e os 49 anos passaram de 13,4% para 24%. "Os países mais desenvolvidos embarcaram, desde a década de 1980, numa filosofia de vida centrada no indivíduo", diz à SÁBADO Maria das Dores Guerreiro, co-autora de Pessoas Sós em Portugal: evoluções e perfis sociais. "As pessoas sentem-se cada vez mais livres para decidirem se querem casar, ter filhos ou morar sozinhas", afirma a investigadora, explicando que os valores colectivistas (da família, por exemplo), antes dominantes, têm sido progressivamente substituídos pela valorização da pessoa e da sua vontade.

Independentemente do motivo, viver sozinho não tem de ser sinónimo de isolamento. Apesar de estar muito tempo em casa, a escrever, Artur Ribeiro sai sempre nos intervalos. "Faço muitas refeições fora", diz o argumentista, contando que prefere cozinhar quando recebe amigos. "Não costumo sentir- -me só, nem procuro isolar-me. Não sou um monge budista, até porque preciso de me misturar e de conviver para criar". De vez em quando, gosta de trabalhar em cafés, esplanadas ou bibliotecas. "Quando estou com uma carga de escrita grande, não tenho medo que me falte a inspiração. Só tenho medo de ter compromissos", diz."Às vezes, pergunto-me como é que os meus colegas com filhos conseguem dar conta de tudo".

Artur mora num apartamento em Lisboa, mas já partilhou casa com outras pessoas, quando passou temporadas em Londres, Nova Iorque ou Los Angeles. "Prefiro estar só. Quando estava no Reino Unido, e acordava a meio da noite para escrever, criava uma situação chata para o meu colega de casa", diz.

Mesmo que tenha namorada, prefere manter-se no seu espaço. "O Woody Allen costumava contar que, quando estava com a Diane Keaton, e acabavam de jantar, a resposta à pergunta ‘My place or yours?’ (Em minha casa ou na tua?), era sempre a mesma: ‘Both’ (Em ambas). Viviam em casas diferentes", conta Artur. Por ser homem – diz – ninguém acha estranha a sua opção. Até ouve piadas.:"Ah, malandro". E constata: "Há um estigma muito maior em relação às mulheres. Se vivem sozinhas é porque são solteironas."

Raquel Cardoso, 41 anos, é confrontada com frequência com comentários depreciativos. Há quem lhe pergunte qual é o propósito da sua vida, quem diga que "não está boa da cabeça" por viver sozinha e quem a questione sobre o medo de envelhecer sem companhia. Em 2001, com apenas 25 anos trocou a casa dos pais, na linha de Sintra, por um T1 no centro de Lisboa. "Só ao fim de três anos é que a minha avó contou às amigas que eu me tinha mudado sozinha", diz a jurista.

Mesmo quando namorou – teve um relacionamento de 12 anos –fez questão de manter o apartamento, tal como o parceiro. "Durante a semana estávamos em minha casa. Ao fim-de-semana íamos para a dele." Às vezes, Raquel pedia ao namorado para a deixar sozinha por uma noite. "No início ele não reagiu muito bem, mas habituámo-nos. Um dia era suficiente para sentirmos saudades. Era sempre bom quando ele voltava".

Com o fim do namoro, há dois anos, voltou a não partilhar casa. "Na maioria dos dias não me sinto sozinha. Entre escritório, Refood [organização sem fins lucrativos que recolhe e distribui a comida que sobra de restaurantes e supermercados], ginásio e um projecto musical de promoção de bandas originais, passo pouco tempo em casa", diz a jurista. E acrescenta: "Não acho trágico estar sozinha. Também não me impus esta situação. Se um dia fizer sentido, mudo. Continuo a acreditar em casamentos e histórias de amor."

Solidão ou solitude?
Para a psicóloga Bárbara Ramos Dias importa distinguir entre solidão (sensação de vazio por não ter ninguém à volta) e solitude (a pessoa sente-se bem consigo e com a sua situação). "Quando se vive só e não se quer, pode haver problemas", explica, contando que lhe chegam casos do género ao consultório.

António Lima mora sozinho há 11 anos, desde que se divorciou, tem uma filha de 27 anos, e admite sem vergonha que, tal como no primeiro dia, continua triste por não ter companhia. "Passo fins-de-semana inteiros sem ter com quem falar", conta o informático, de 47 anos. Tenta fugir à solidão, até às refeições. Não cozinha. Janta uma sopa ou uma salada. "À medida que o tempo foi passando evito este tipo de circunstância", diz. "Até o pequeno-almoço tomo na empresa, com colegas."

Em 2015, descobriu na Internet a Single Travels, agência que organiza viagens para solteiros. "Nos últimos anos temos tido sempre um crescimento de clientes entre os 10% e os 20%", diz Miguel Moreira, responsável pela empresa, dizendo que as Caraíbas, os cruzeiros no Mediterrâneo, Cabo Verde e Marrocos e as principais cidades europeias são os destinos mais procurados.

António Lima decidiu passar uma semana na República Dominicana, com desconhecidos. "Dão-nos oportunidade de partilhar quarto com outra pessoa. Não acho piada ir de férias e estar sozinho", diz, contando que antes da partida falou várias vezes ao telefone com o outro viajante com quem ficou.

Além de praia, piscina e passeios, a Single Travels promove jantares e jogos para que o grupo, composto por cerca de 30 pessoas, se conheça. "Posso libertar-me. Não tenho de me preocupar com o que esperam de mim", confessa o informático, que da primeira vez não contou a ninguém que ia fazer a viagem. Tinha medo que o julgassem. E confessa: "Há sempre uma intenção sentimental nestes eventos. Toda a gente quer encontrar alguém", diz António, que nas três viagens que fez "não arranjou namorada permanente."

Doses só para um
Com mais pessoas a viver sozinhas, as superfícies comerciais tiveram de se adaptar. "Nos últimos anos temos verificado um crescimento na procura de produtos alimentares (...) em formatos adequados ao consumo individual", disse à SÁBADO, por e-mail, fonte oficial do Pingo Doce. No take-away dos supermercados do grupo já há 20 produtos em doses individuais – os primeiros apareceram em 2006.

"Nos últimos dois anos, as vendas em unidoses cresceram a dois dígitos", garante a mesma fonte, acrescentando que disponibilizam também fruta cortada e embalada para uma só pessoa. Muitos são consumidos à hora de almoço, por quem procura uma refeição rápida a meio do dia. A tendência é semelhante no Lidl. "A oferta de produtos em doses individuais procura também dar resposta às acções de combate ao desperdício", disse à SÁBADO o gabinete de comunicação da empresa.

Como também vive sozinho, Pedro Cunha, 44 anos, recorre sobretudo a comida já feita. "Às vezes passo no supermercado para ser mais rápido", diz Pedro, que trabalha na área financeira. "Gosto de cozinhar, mas prefiro fazê-lo para amigos." Em 2007, comprou o seu T2, na linha de Cascais. "Até então vivi com os meus pais, o que me permitiu juntar dinheiro para ter um crédito que não fosse elevado." Faz uma refeição com eles semanalmente e traz quase sempre comida pronta. Como não tem filhos, nem grandes despesas fixas, todos os anos escolhe uma viagem de pelo menos três semanas – já esteve em sítios tão longínquos, como a Mongólia, Rússia ou a Índia.

As sozinhas são mais elas
A maioria das pessoas que vive sozinha é do sexo feminino (62,9%, de acordo com dados de 2011). E talvez não seja por acaso, defende a terapeuta familiar Catarina Mexia. "As mulheres estão mais preparadas para viver sozinhas, os homens têm mais tendência para dependerem da mãe, por exemplo." Foi à procura de independência que Salomé Duarte saiu de casa dos pais, em 2012. "Precisava do meu espaço. Não queria dar satisfações a ninguém", conta a animadora sócio-cultural, de 34 anos, que tem dois gatos.

Na altura, com mobílias dispensadas pelos pais e por amigos, montou um T0 com 35m2 no Monte Estoril. É um espaço minimalista, com poucos objectos decorativos. "Não tinha máquinas e continuo sem ter. Lavo a roupa em casa dos meus pais", conta Salomé. É lá também que almoça todos os dias, durante a semana. "Fica perto do meu trabalho." À noite, por norma, come uma refeição ligeira. "Faço uma sopa para a semana toda."

Apesar de "não ser fácil pagar as despesas sozinha", tem uma empregada doméstica, que lhe trata da casa de 15 em 15 dias – "É o único luxo." De resto, as contas "são todas baixas". "O meu televisor só tem quatro canais, por exemplo". Tem namorado e até pondera viver com ele um dia. Ainda assim, gostava de manter a sua casa – é sempre bom ter um refúgio para um tempo a sós.

Artigo originalmente publicado na edição 698 de 14 de Setembro de 2017.


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