Como sobreviver aos efeitos mentais da pandemia

Como sobreviver aos efeitos mentais da pandemia
Leonor Riso 03 de fevereiro
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Ansiedade, depressão, exaustão, falta de sono e esgotamento. A pandemia aumentou os riscos da saúde mental dos portugueses. Treze especialistas explicam à SÁBADO o que pode fazer para enfrentar os males mais comuns e recuperar a autonomia e a autoestima.

Da mesma maneira que nos ensinam que se partirmos uma perna vamos ao hospital, porque é que quando sofremos de ansiedade não nos dizem para irmos a um psicólogo?" A pergunta é de Joel Barros, 25 anos, que ficou desempregado no início da pandemia e que, nessa altura, começou a confrontar-se com sintomas desconhecidos. "O ritmo cardíaco disparava, o sensor do telemóvel dava-me uma ideia de como andava. Sentia palpitações e os meus horários de sono foram abaixo", recorda.

O diagnóstico não tardou: ansiedade, uma doença silenciosa que afetou um em cada quatro portugueses de forma moderada ou grave durante a pandemia, de acordo com o estudo Saúde Mental em Tempos de Pandemia (SM-Covid19), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

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A ansiedade, a depressão, as dificuldades de sono, o agravamento da Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) e o luto adiado foram alguns dos problemas que atingiram os portugueses devido à pandemia de covid-19. Crianças, idosos e casais também foram atingidos pelas consequências da pandemia. Na SÁBADO, descubra os conselhos de treze especialistas para enfrentar os males mais comuns e recuperar a autoestima e a autonomia.
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