O estranho mundo do Chega autárquico
23 de agostoDiogo Barreto

O estranho mundo do Chega autárquico

Com cartomantes, treinadores de ginásios, parentes próximos a encher listas e bombeiros cantores, a corrida vai animada, às vezes conturbada. E ainda só vai no adro.

Um negócio de homens liderado por duas mulheres

Um negócio de homens liderado por duas mulheres

De Estarreja chega-nos o sucesso de duas empreendedoras que decidiram investir numa área tipicamente liderada pelo sexo masculino. A empresa, que começou como start up, celebra o décimo aniversário em 2021

Estalo de génio

Favorecido por uma inesgotável veia poética, que prepondera sobre o seu espírito analítico, o empresário português recorda-nos algo tão simples e ao mesmo tempo tão essencial: a poesia está em tudo!

Forças especiais. Como é viver na linha de fogo
19 de marçoLuís Francisco

Forças especiais. Como é viver na linha de fogo

Assegurou a segurança de visitantes ilustres, como a Rainha Isabel II, integrou missões de paz das Nações Unidas, esteve perto da morte várias vezes. António Duarte tem muitas memórias de uma vida de aventuras. Algumas ainda o atormentam.

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca
17 de marçoTiago Carrasco

Guerra Colonial: As milícias da vingança branca

Os ataques da União dos Povos de Angola (UPA) contra os colonos portugueses, a 15 de março de 1961, não pouparam mulheres nem bebés. Centenas de colonos ficaram para se vingar. A SÁBADO teve acesso exclusivo a um diário de horrores.

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento
14 de fevereiroEduardo Dâmaso

Marcelino da Mata, o comando que escapou a uma certidão de óbito por fuzilamento

Na morte de Marcelino da Mata regressa o seu mito mas também a memória dos comandos africanos deixados a morrer em Bissau, às mãos do PAIGC. Uma página de ignomínia na história portuguesa contemporânea, que permanece como uma ferida aberta, a que mais facilmente podemos chamar crime de guerra do que a qualquer operação dos comandos africanos feitas no teatro de um conflito que representou, mais do que qualquer outro, o estertor do império colonial português.

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Visons mortos estão a aparecer à superfície da vala onde foram enterrados
26 de novembro de 2020Ana Bela Ferreira

Visons mortos estão a aparecer à superfície da vala onde foram enterrados

Cadáveres foram enterrados a um metro, mas com os gases da decomposição estão a aparecer à superfície. Exército dinamarquês diz que fenómeno é natural e está a cobrir os corpos com mais terra. A Dinamarca matou 15 milhões de visons por causa da covi-19.

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