A SÁBADO é todos os dias: os perigos dos medicamentos para emagrecer
Carlos Torres

A SÁBADO é todos os dias: os perigos dos medicamentos para emagrecer

Na edição de hoje, destacamos alguns dos artigos da revista, que hoje chega às bancas, como os perigos dos novos medicamentos para emagrecer ou a reportagem com José Luís Carneiro. Falamos ainda da esperança no combate a cancros agressivos, damos-lhe conta de uma entrevista a Slow J e deixamos-lhe a crónica de Bruno Nogueira

Os perigos dos novos medicamentos para emagrecer
Lucília Galha

Os perigos dos novos medicamentos para emagrecer

São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.

7 de outubro: o pior dia de Israel minuto a minuto
Marco Alves

7 de outubro: o pior dia de Israel minuto a minuto

Operação terrorista concertada do Hamas apanhou Israel a dormir – nos dois sentidos da palavra. Às primeiras horas da madrugada, milhares de rockets eram disparados enquanto centenas de homens entravam por terra, por mar e pelo ar. Forças de defesa no terreno sem tempo para reagir.

Mohammed Deif , o inimigo n . º 1 de Israel
Maria Henrique Espada

Mohammed Deif , o inimigo n . º 1 de Israel

Perdeu um olho e vários membros e andará em cadeira de rodas. Sobreviveu a várias tentativas para o assassinar. Organizado e criativo quanto a formas de matar, foi do “fantasma” a organização do massacre. O outro cérebro do Hamas celebrou as mortes em direto, mas de longe, no Qatar. Têm os dois o mesmo objetivo.

Ventos de Oeste

União Europeia: a longa jornada a caminho da noite

Na peça de Eugene O’Neill, assistimos aos acontecimentos que ocorrem, num único dia, a uma família completamente disfuncional. Começamos de manhã, bem cedo, com um ambiente solar e cheio de esperança, e terminamos, de noite escura, com um intenso e dramático processo de auto-destruição que não deixa espaço para aquela esperança inicial.

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