O político que disse 'eu demito-me': Jorge Coelho (1954-2021)
07 de abrilMaria Henrique Espada

O político que disse "eu demito-me": Jorge Coelho (1954-2021)

Coelhone, bombeiro, todo-o-terreno, todo-poderoso, king-maker, o Jorge: acumulou alcunhas, poder, mas cultivou sempre a proximidade de homem do povo. Em todas as conversas dizia "o meu caro amigo". Fez de tudo: manobras de bastidores e discursos inflamados. Mas numa noite de março de 2001 demitiu-se e esse gesto definiu-lhe a carreira. Morreu esta quarta-feira.

Funcionários do MNE não pagavam IRS
22 de marçoNuno Tiago Pinto

Funcionários do MNE não pagavam IRS

Duas inspeções à embaixada na Tunísia e ao consulado-geral em Barcelona descobriram que vários trabalhadores não pagavam impostos nem em Portugal nem nos países onde estão colocados - um deles há 21 anos.

Convenção: Um guia para a discussão entre bloquistas
19 de marçoMargarida Davim

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Os "erros crassos" na relação com o PS, o falhanço nas presidenciais, as autárquicas, o "ecossocialismo" e a desobediência a Bruxelas, mas também o "carreirismo" e a "falta de democracia" dentro do partido. Vai tudo a discussão na Convenção do BE em maio.

José Tolentino Mendonça vence Prémio Universidade de Coimbra
25 de fevereiroLusa

José Tolentino Mendonça vence Prémio Universidade de Coimbra

"Trata-se de uma figura ímpar, uma pessoa da cultura, com uma visão social inclusiva, que tocou muito diretamente ao júri, que o nomeou por unanimidade", realçou o reitor, referindo que o cardeal destacou-se dos demais candidatos "pela figura inquestionável que é no plano nacional e internacional".

Os pupilos da senhora reitora
25 de fevereiroBruno Faria Lopes

Os pupilos da senhora reitora

Das nomeações para o gabinete no ISCTE, de que é reitora, à orientação de teses de ex-governantes e jovens socialistas, a rede de Maria de Lurdes Rodrigues ilustra o circuito fechado, e antigo, entre o PS e uma das universidades mais influentes do País.

Estou sim? Daqui fala o primeiro-ministro e estou a ser escutado
31 de janeiroCarlos Rodrigues Lima

Estou sim? Daqui fala o primeiro-ministro e estou a ser escutado

Sócrates foi o primeiro, mas suas conversas acabaram destruídas, sem deixarem de causar um sério mal estar na Polícia Judiciária, como mostram alguns documentos. Seguiu-se Passos Coelho, cujas escutas a SÁBADO revela. Até que chegou a vez de António Costa.

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