Pussy Riot: “Queremos que as pessoas vejam e ouçam a verdade”
Filipa Vaz Teixeira

Pussy Riot: “Queremos que as pessoas vejam e ouçam a verdade”

Músicas, ativistas, performers, as Pussy Riot andam desde o dia 12 de maio numa digressão europeia de dezanove datas para protestar contra “a guerra de Putin” e apoiar a população da Ucrânia. Porto, no dia 8, e Lisboa, no dia 9 de junho, são as últimas paragens de “Riot Days”, que não encerra, contudo, uma luta que vem sendo travada desde 2011.

Instantâneos ou quase (81)

"Esta não é a Terceira Guerra Mundial. No entanto, já é algo mais grave do que as invasões soviéticas da Hungria em 1956 e da Checoslováquia em 1968" - Timothy Garton Ash, professor da Universidade de Stanford.

Cuidados intensivos

A carteira e os princípios

É possível olhar para Putin sob todos os ângulos: político, histórico, ideológico, geoestratégico. Mas, aqui e ali, lá vem a pergunta fatal: será que o homem enlouqueceu? A confirmar-se o diagnóstico, talvez o principal contributo militar de Portugal não fosse enviar equipamento para a Ucrânia, mas o almirante Gouveia e Melo para Moscovo.

Belfast: um vencedor a preto e branco?
Pedro Marta Santos

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O mais recente filme de Kenneth Branagh está nomeado para sete Óscares e acaba de chegar às salas de cinema. O que poderemos esperar dele?

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Não percebo qual é o problema de eleições antecipadas. Dizem os profetas da desgraça que não vêm em boa hora porque a pandemia, porque a bazuca da massa, porque a estabilidade. A democracia é mais importante que decisões avulsas.

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