Como Angola dominou os bancos portugueses
22 de fevereiroAntónio José Vilela

Como Angola dominou os bancos portugueses

O braço de ferro durou anos. Houve pressões, jogos de bastidores e muito dinheiro envolvido. Os milhões de Angola colocados na banca nunca tiveram uma origem bem definida: eram do Estado e de figuras poderosas do regime liderado por José Eduardo dos Santos. Estas são as histórias dos esquemas cruzados, offshores, lavagem de dinheiro e relações perigosas.

Os enfermeiros que se tornaram estrelas das redes sociais
21 de fevereiroMarco Alves

Os enfermeiros que se tornaram estrelas das redes sociais

A pandemia trouxe-lhes milhares de seguidores e de partilhas. As fotografias e os relatos que fazem da realidade que vivem dentro dos hospitais tornaram-se virais. Fomos conhecer Carmen Garcia, Nuno Moreira, Raquel Loura e Mário Macedo.

Casais felizes para sempre? Agora sim
20 de fevereiroRaquel Lito

Casais felizes para sempre? Agora sim

Quem está bem, revela à SÁBADO como. Afinal, são coisas simples: jantar a dois, não deixar passar em branco as datas de namoro ou de casamento, conversar até às tantas e velas.

Sinais de liderança

Numa altura em que o País batia todos os recordes de número de mortos e infectados, assumindo nesta matéria a liderança de várias estatísticas internacionais, centenas de vacinas eram desviadas do caminho prioritário.

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Manuel Salgado, o homem que manda(va) na cidade
11 de fevereiroMargarida Davim

Manuel Salgado, o homem que manda(va) na cidade

O ex-vereador do Urbanismo que pediu a demissão da presidência da SRU, já foi o homem com mais poder na Câmara de Lisboa. Há quem o compare ao Marquês de Pombal e não falta quem questione a forma absoluta como decide ou ponha em causa o modo como gere conflitos de interesses com a família.

Um Funcionário Zeloso do Fascismo
07 de fevereiroJoão Pedro George

Um Funcionário Zeloso do Fascismo

Na mesma altura em que foi constituída, no âmbito do Comité dos 24 da ONU, a Comissão de Inquérito aos massacres de Moçambique, que confirmaria a veracidade dos acontecimentos, António Mega Ferreira continuava com a armadura ideológica do regime posta, não parava de produzir relatórios de contra-informação que atacavam as “manobras políticas e as conspirações de bastidores”.

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